Acção ‘Senta-te e Pensa’ apela ao fim da violência no namoro

Regional

11 Fevereiro 2024

Redação

O Centro Comercial Braga Parque acolhe à próxima quarta-feira a acção ‘Senta-te e Pensa’, no âmbito das iniciativas de sensibilização contra a violência no namoro.

O Centro Comercial Braga Parque acolhe à próxima quarta-feira a acção ‘Senta-te e Pensa’, no âmbito das iniciativas de sensibilização contra a violência no namoro. Esta iniciativa, que visa assinalar o Dia dos Namorados, é realizada pelo Comando Distrital de Braga da PSP, pelo Gabinete de Braga da Associação de Apoio à Vítima, pelo Município de Braga, pela Junta de Freguesia de S. Victor e pelo Braga Parque, contribuindo para uma maior informação ao público sobre as entidades que prestam apoio às vítimas de violência, mas, também, como forma de alertar para as respostas no combate a estes fenómenos, dentro da comunidade de Braga.

A iniciativa ‘Senta-te e Pensa’ está patente no Braga Parque, onde estão colocados dois bancos de jardim, com mensagens alusivas ao combate à violência nas relações. Também ali está, em exposição, o carro patrulha da PSP afecto ao programa Escola Segura, estando também uma equipa da APAV a distribuir as pulseiras “conecta-te ao amor”, que possuem tecnologia NFC e permitem abrir automaticamente, num telemóvel, o domínio da internet com o mesmo nome, onde estão plasmados vários conselhos, informações, estatísticas e números de apoio no âmbito do auxílio às vítimas de violência.

A perspectiva da PSP é manter uma presença de proximidade, amiga do cidadão e que inspire confiança às vítimas de violência para apresentarem denúncia, permitindo maior identificação destes casos. A presença da PSP nestas acções tem como objectivo, fazer saber que “a violência no namoro é um flagelo que afecta pessoas de todas as idades, géneros e origens, assumindo, à semelhança do que sucede no crime de violência doméstica, várias formas, designadamente o abuso físico, emocional e até o sexual”.

A PSP alerta que este é “um acto criminoso” e pode “acarretar consequências/marcas nefastas para o futuro, quer das vítimas, quer dos agressores”.

Neste sentido, a autoridade quer chegar a vários públicos para despertar a atenção de toda a comunidade para este crime que é, ainda, pouco denunciado.

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