Braga, quarta-feira

Acção social continua a ser uma prioridade para a Arquidiocese

Regional

06 Dezembro 2020

Redação

Fundo Social da Arquidiocese investiu mais de 450 mil euros na ajuda a 3750 pessoas. Números foram revelados por D. Jorge Ortiga, na Missa em Honra de S. Geraldo, padroeiro da cidade de Braga.

A acção social continua a ser uma prioridade para a Arquidiocese de Braga, particularmente nos tempos de pandemia.

A promessa foi deixada pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, na Missa em Honra de S. Geraldo (padroeiro da cidade), que ontem de manhã decorreu na Sé de Braga.

Na homilia, D. Jorge Ortiga frisou que “é hora de continuarmos, de um modo muito particular, a olhar para o social. Queremos uma sociedade mais justa e mais igual. Neste tempo de Advento, queremos dar maior consistência ao nosso Fundo Arquidiocesano de Solidariedade, Partilhar com Esperança”.

O responsável pela Igreja Católica em Braga assegurou que não serão feitos peditórios, mas anunciou que em breve será revelado o número de identificação bancária de uma conta associada ao fundo.

“Sei que muitas pessoas, famílias, empresas depositarão o seu contributo nesta conta. Isaías na primeira leitura, dizia-nos que somos ungidos e enviados ao encontro dos infelizes, dos corações atribulados, dos cativos, dos prisioneiros, dos aflitos paratodos, derramar o óleo da alegria”, disse D. Jorge Ortiga. O Fundo Arquidiocesano de Solidariedade Partilhar com Esperança já apoiou 1509 casos e 3750 pessoas, tendo gasto, até ao momento, cerca de 450.350 euros.

O Arcebispo de Braga lembrou ainda que está a ser preparada a Casa Abrigo para para mulheres vítimas de violência doméstica.

Na homilia, que teve como tema ‘Construir a Cidade com S. Geraldo’, o Arcebispo de Braga lebrou acções desenvolvidas por vários arcebispos no desenvolvimento da cidade, particularmente de S. Geraldo.

“Não foi, apenas, o arcebispo do milagre da fruta. Continuou a construção da catedral e procurou reconstruir a cidade que havia sido destruída pelos muçulmanos. Aqui começa um novo período de Braga onde a Igreja ocupa o lugar que muitos, hoje, gostariam que fosse dos reis mas não foi”, afirmou D. Jorge Ortiga.

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