Braga, terça-feira

Agrupamentos reconhecem 'impacto educativo' do Centurium

Regional

06 Dezembro 2020

Redação

São onze os agrupamentos de escolas do concelho de Braga que este ano lectivo vão abraçam o Centurium. Programa educativo ganha grande eficácia graças ao apoio do Município de Braga.

Depois do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian e dos agrupamentos de escolas Carlos Amarante, D. Maria II e Francisco Sanches, este ano lectivo mais sete agrupamentos do concelho ‘abraçaram’ o Centurium - programa educativo, faltando dizer ‘sim’ os agrupamentos Trigal Santa Maria e Braga Oeste. “Os directores dos agrupamentos de escolas do concelho estão muito atentos ao desenrolar do Centurium e reconhecem, pela partilha das escolas que já estão a implementar o programa educativo, o seu grande impacto educativo”, aplaudiu o mentor do Centurium, Paulo Morais, referindo que “já se passou a abordagem de escola a escola para todo o agrupamento”.

No final de um ciclo de três anos, conseguiu-se perceber que o Centurium - programa educativo “gera mecanismos próprios e autonomia dentro do contexto educativo”, constatou Paulo Morais, admitindo que “esta solicitação dos agrupamentos é a confirmação do excelente trabalho que tem sido feito pelos parceiros, com destaque para o Município de Braga”.

O Centurium, enquanto programa educativo na sua essência, “ganha grande eficácia com o apoio do Município de Braga”, que tem três momentos em que apoia.

A disponibilização dos materiais para que os professores possam desencadear todo o processo no contexto sala de aula é um dos “momentos mais importantes” de todo este processo.

Para além disso, continuou o também professor de Matemática, o Município de Braga suporta as acções de formação e capacitação dos professores, facilitando os recursos.

Em terceiro surgem os torneios de jogos romanos de tabuleiro também são pelas mãos do município.

“A eficácia do Centurium deve-se à conjugação dos parceiros. Aqui entram ainda para o sucesso do programa educativo os agrupamentos de escolas, o Museu D. Digo de Sousa, os centros de formação e, claro, a estrutura do Centurium”, referiu Paulo Morais, acreditando que “tudo isto conjugado permite que o programa tenha um impacto educativo muito positivo”.

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