Braga, segunda-feira

Arcos de Valdevez reclama redução da portagem no troço entre Braga e Valença da A3

Regional

27 Fevereiro 2020

Lusa

O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez reivindicou hoje a redução da portagem na autoestrada A3, entre Braga e Valença, por ser a "principal" ligação dos concelhos do interior do Alto Minho à região e ao país.

Em comunicado hoje enviado à imprensa, o autarca social-democrata João Manuel Esteves, refere que "todos os concelhos do interior do distrito de Viana do Castelo são de baixa densidade".

 

"A autoestrada é importante para a mobilidade das pessoas, das empresas, da diáspora e para a relação transfronteiriça com Espanha. A A3 é muito relevante para a promoção e divulgação das potencialidades do território, para a localização industrial e o turismo e para a atração de investimento para a região", sustenta o presidente da câmara.
 

Para João Manuel Esteves, aquela autoestrada, "sendo a única a servir o interior do Alto Minho, é da máxima e inteira justiça que, tal como outras vias no interior do país, para onde está prevista a redução da portagem, venha também a ter o seu valor reduzido".
 

"Com a redução dos custos das portagens os territórios do interior do Alto Minho ganharão uma maior competitividade e atratividade. Esta redução do valor potenciará a atração de empresas, a criação de emprego e rendimento, bem como a fixação, regresso e atração de pessoas. Para as empresas e para o território incentiva a criação de emprego e de rendimento nos territórios do interior e de baixa densidade", sustenta o autarca social-democrata.
 

João Manuel Esteves adiantou que a reivindicação foi remetida ao Ministério da Coesão Territorial.
 

A ministra da Coesão Territorial anunciou quinta-feira, em Macedo de Cavaleiros, descontos nas portagens de sete autoestradas a partir do terceiro trimestre do ano para os “utilizadores frequentes”.
 

Ana Abrunhosa explicou que se trata de “um desconto de quantidades”, exemplificando que a “partir do oitavo dia até ao 15.º dia haverá um desconto de 20% e a partir do 16.º dia até ao final do mês será um descontos de 40%”.
 

“Isto é para utilizadores frequentes, isto significa um acesso universal, automático, basta ter o dispositivo eletrónico, não exige qualquer burocracia para se ter acesso”, referiu.
 

Até agora, acrescentou, a burocracia “impedia muitas pessoas de terem acesso aos descontos que já existiam”.
 

Nas autoestradas A4, A24, A28, A25, A23, A13 e A22, antigas SCUT, já eram aplicados descontos e estes foram, segundo a ministra, “harmonizados e aumentados”.

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