Braga,

Através da cultura para todos criamos um acto de inclusão social

Regional

02 Agosto 2020

Redação

CENTURIUM - programa educativo foi parceiro do Município de Braga no Campo de Férias, que decorreu nas últimas duas semanas. O balanço não podia ser melhor, já que o impacto que o programa teve nos participantes foi incalculável.

Depois de duas semanas intensas de actividades, tendo como guia a família Bracara Augustana, o balanço do Campo de Férias digital, promovido pelo Município de Braga, em parceria com o Centurium - programa educativo, não podia ser melhor, já que o impacto provocado nas crianças e nos jovens que participaram neste projecto inovador “foi incalculável”. “Do longe voltamos a fazer perto e do constrangimento encontramos uma solução inovadora, sendo que através da cultura para todos conseguimos criar um acto social”, confirmou o mentor do Centurium, Paulo Morais.


Com a participação de crianças e jovens do Instituto Monsenhor Airosa e do Colégio São Caetano, o programa teve na base conceitos como liderança, gestão pró-activa de problemas, comunicação, partilha, enfoque nos pontos fortes de cada um, inclusão e participação.
 

A palavra “transversal” a este projecto inovador é “gratidão”. “Gratidão pelo reconhecimento do Município de Braga ao fazer o convite ao Centurium -programa educativo e gratidão a todos os amigos que apareceram para ajudar e em 10 dias preparamos as actividades”, enalteceu Paulo Morais, adiantando que estiveram envolvidas no programa 30 pessoas.


O mentor do Centurium - programa educativo destacou ainda o impacto do trabalho do Centurium D’Elite, onde os jovens “estão a fazer escola com capacidade de liderança e a inspirar os outros jovens, que também já querem fazer parte desta experiência e esse é o caminho a seguir do Centurium enquanto acto social”, defendeu o mentor, realçando a relação de amizade que se criou entre os participantes e os monitores. “Criou-se aqui uma relação muito bonita e os jovens monitores acabaram por ser uma inspiração para os participantes”, congratulou-se.
 

Outro aspecto que o também professor de Matemática fez questão de evidenciar foi o aspecto de inclusão dos órgãos de comunicação social que acompanharam este programa. “Fez-se um trabalho excepcional numa lógica de inclusão, comu- nicando o que os jovens estavam a fazer e isso deu-lhes reconhecimento e auto-estima. Todos os dias corriam para ver os jornais e isso foi uma conquista”, agradeceu Paulo Morais, evidenciando esta lógica de inclusão que juntou as tecnologias e a comunicação.


O modelo inovador do programa, explicou Paulo Morais, foi “pensado e executado com mérito, partindo de elementos factuais, reais e como muito rigor e, por isso, fazia todo o sentido estar associado à época romana e ao património de todos que é a Bracara Augusta”.


Para o também professor de Matemática “a validação do programa foi o momento de partida em que todos os participantes eram inspirados por elementos romanos e onde satisfaziam curiosidade e saber”.


Outro aspecto de referir aqui foi “o espaço de mediação feito a partir de propostas com base no rigor histórico e científico para depois os participantes reinterpretarem e criarem conteúdos contemporâneos”, explicou Paulo Morais, realçando aqui a importância do estimular da criatividade. “No processo criativo nada deve ser barrado e percebemos que dessa forma, estas crianças e jovens eram acolhidos e aceites e para eles isso foi fundamental”, aplaudiu o mentor do Centurium.

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