Braga, segunda-feira

Bracarenses continuam a preferir fazer compras no comécio de rua

Regional

23 Dezembro 2020

Redação

O comércio de rua está no topo das preferências da maioria dos bracarenses. As ruas da cidade encheram-se de gente para fazer as compras de Natal, animando um pouco os comerciantes que têm vivido tempos sombrios.

O dia de sol que se fez sentir ontem levou muitos bracarenses a fazerem as suas compras de Natal no coração da cidade.

As ruas cheias de gente davam algum alento aos comerciantes da cidade que têm vivido dias de grande dificuldade.

Assim, apesar dos efeitos negativos da pandemia, os comerciantes mostravam-se um pouco mais animados com o negócio e foram dizendo que “basta estar um pouco de sol para isto animar”.

O número elevado de casos de Covid-19 colocou Braga na lista de concelhos de risco mais elevado, obrigando as lojas a encerrar às 13 horas nos últimos fins-de-semana. “Tem sido bastante difícil aguentar. Estes fins-de- -semana eram o nosso pico de vendas, mas vamos ver se recuperamos alguma coisa até ao Natal”, contaram alguns comerciantes.

O comércio de rua continua no topo das preferências dos bracarenses que foram dizendo ao Correio do Minho que sempre que podem compram nas lojas do centro da cidade.

Alice Silva, tem 49 anos, e faz quase todas as suas compras no comércio tradicional. “Adoro o centro da nossa cidade. Nós somos uns privilegiados ter um centro comercial ao ar livre. Já fiz as minhas compras de Natal nas lojas mais tradicionais. Eu consumo local”.

Paula Pereira e a filha Eva Antunes aproveitaram o dia de sol para passear no centro da cidade e fazer as compras de Natal. “Eu gosto muito mais do comércio tradicional. Ainda estou a começar as minhas compras e já estou a ficar assustada com as filas nas lojas, mas vou tentar e aproveitar mais um pouco este dia esplêndido”, afirmou Paula Pereira.

Maria Madalena Loureiro da Silva também compra tudo no comércio tradicional. “Eu só faço compras no comércio tradicional, quer sejam prendas ou alimentação”, realçando que só compra o que é nacional. “Eu prefiro comprar o que é nosso, pois entendo que tem mais qualidade e é uma forma de contribuir para a nossa cidade”.

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