Braga,

Braga Capital Europeia da Cultura já tem conselho estratégico

Diversos

14 Novembro 2020

Redação

Primeira Reunião do Conselho Estratégico da Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027 juntou as seis personalidades da área da cultura que têm o papel de acompanhar o processo.

Seis personalidades de diferentes áreas, mas todas ligadas à cultura portuguesa, integram o Conselho Estratégico da Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027, que se reuniu, esta semana, pela primeira vez.


O Conselho Estratégico é constituído por especialistas e figuras incontornáveis como Francisco José Viegas, escritor e antigo secretário de Estado da Cultura; Isabel Pires de Lima, ex-ministra da Cultura e professora catedrática; Maria João Bustorff, também antiga detentora da pasta ministerial da Cultura e licenciada em Ciências Sociais e Políticas; Luís Braga da Cruz, antigo ministro da Economia e actualmente vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves; António Ponte, director regional de Cultura do Norte e ainda Maria Manuela Martins, professora catedrática e vice-reitora da Universidade do Minho.
 

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participou na primeira reunião, que juntou os vários intervenientes online, e afirmou ter “muito orgulho neste leque de personalidades de enorme prestígio que faz parte deste Conselho Estratégico e que irá ajudar Braga nesta candidatura”. O autarca bracarense atesta ainda que “este conjunto de personalidades possui um vasto conhecimento não só do sector da cultura, mas também da sociedade portuguesa, e serão fundamentais para todo este processo”.


A vereadora da Cultura do Município de Braga, Lídia Dias, elogia o perfil dos conselheiros - todos com provas dadas - destacando a experiência, a visão e a sensibilidade, e sustenta que “terão um papel muito importante na definição do trabalho futuro”.
 

 A este órgão consultivo cabe a elaboração de recomendações sobre o processo de candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 e acompanhar a implementação, avaliação e monitorização da Estratégia Braga Cultura 2030, o documento que serve de base à preparação da referida candidatura.


A instituição do Conselho Estratégico é apontado pela vereadora da Cultura como “um passo fundamental”, agora que a estratégia foi aprovada e validada pelos órgãos municipais.
 

 Lídia Dias avança que o próximo plano e orçamento do Município de Braga ja terá um conjunto de acções para trabalhar.


Recorde-se que a estratégia prevê quatro planos para implementar num horizonte de dez anos, abarcando o primeiro o triénio 2021/2023.


“Para ter uma boa candidatura temos que ter evidências de trabalho no território” sublinha a vereadora da Cultura.

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