Braga,

Câmara de Braga compra primeiros terrenos para construção do Parque das Sete Fontes

Regional

18 Agosto 2020

Lusa

A câmara de Braga adquiriu hoje os "primeiros terrenos" para a construção do "futuro Parque das Sete Fontes", comprados à Província Portuguesa da Consagração das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, anunciou a autarquia.

Em comunicado enviado à Lusa, a autarquia explica que, em escritura formalizada hoje, procedeu à aquisição de 9. 714,85 metros quadrados de área, sendo que 7. 348,85 são para "afetar ao futuro parque" e os restantes 2. 366 destinam-se à "regularização da titularidade" de infraestruturas viárias de acesso ao futuro Parque e ao Hospital de Braga.
 

Para a autarquia, este foi "um passo crucial" para a "concretização do tão desejado" Parque das Sete Fontes.
 

"A aquisição destes primeiros terrenos é uma etapa importante para a concretização do Parque das Sete Fontes mas tem também um cunho simbólico de enorme relevo. Até hoje, a Câmara Municipal não detinha um único metro no Parque que todos ambicionam. Continuamos a negociar com os restantes proprietários e, muito em breve, teremos novas aquisições", refere no texto o presidente da autarquia, Ricardo Rio.
 

O autarca explica que "ao longo dos últimos anos, têm sido dados passos seguros para transformar as Sete Fontes num parque de usufruto público, que preserve sua matriz patrimonial e paisagística".
 

Segundo o autarca, as "Sete Fontes serão um espaço de futuro, um lugar de história imensamente valioso que queremos deixar às gerações vindouras".
 

O texto refere De referir que a área a afetar ao futuro Parque das Sete Fontes (7.348,85 metros quadrados) foi adquirida a 14,20 euros o m2, em linha com a proposta apresentada a todos proprietários.
 

A autarquia aponta que tem "em marcha um programa, assente na alteração do Plano Diretor Municipal e aprovação do Plano de Urbanização, que visa a concretização do Parque das Sete Fontes".
 

O referido plano “salvaguarda o Monumento Nacional, viabiliza o seu usufruto pela população e assegura o devido enquadramento urbanístico", assegura o texto.

 

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