Braga, sábado

Câmara de Braga diminuiu taxa de IMI em 3% para prédios urbanos

Regional

27 Julho 2020

Redação

A Câmara de Braga vai diminuir a taxa do Imposto Municipal para Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 3%,o que significa uma "perda" de cerca de um milhão de euros de receitas e fixa aquela taxa em 0,34%.

A Câmara de Braga vai diminuir a taxa do Imposto Municipal para Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 3%,o que significa uma "perda" de cerca de um milhão de euros de receitas e fixa aquela taxa em 0,34%.

A decisão foi tomada esta manhã, durante e reunião do executivo camarário, estando em cima da mesa uma proposta da CDU que previa que a taxa sobre o IMI fosse reduzida em 5% (passando a ser de 0,325), mas por contra proposta do executivo, a descida de IMI a cobrar aos prédios urbanos foi aprovada e fixada nos 3%.

As autarquias podem cobrar ate ao máximo de 0,4% de taxa de IMI, sendo que em Braga a taxa praticada era de 0,35 e a descida hoje aprovada foi a primeira desde que o executivo PDS/CDS-PP/PPM tomou posse.

Em 2019, a autarquia arrecadou em sede de IMI 25 milhões de Euros, valor que com a proposta apresentada deverá diminuir "em cerca de um milhão" em 2020.

"Não é aquela que esperávamos e que propusemos. Há vantagens e desvantagens na contraproposta do município. É uma redução ainda muito baixa, consideramos, mas ainda assim é uma redução, pelo que votaremos favoravelmente", explicou, no decorrer da reunião, o vereador da CDU Carlos Almeida, quando confrontado com a contraproposta da maioria.

Para o PS, esta é uma "redução salutar e de bom senso face as dificuldades" que a população enfrente.

"Como nos cabe zelar pelos interesses dos munícipes e havendo esta vontade política, o nosso voto será igualmente favorável", explicou o líder da oposição socialista, Artur Feio.

No final da reunião, em declarações aos jornalistas, Rio repetiu o porque da proposta inicial da CDU não ser viável.

"É a primeira descida desde que sou presidente, tomamos com algum sacrifício, todos tem a noção daquilo que é a situação financeira do município, dos encargos que tem que suportar e da importância que esta receita tem para financiar a atividade municipal", explicou.

"Ainda assim, não deixamos de reconhecer que estas dificuldades são partilhadas por muitos cidadãos e empresas e não podendo ir a um alcance tão grande como aquela que a CDU propôs, mas obviamente reconhecendo que é possível mitigar o esforço das famílias, aceitamos", finalizou.

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