Braga, segunda-feira

Câmara de Braga encaixa quase um milhão com venda de terrenos em Real

Regional

28 Dezembro 2020

Redação

Câmara de Braga encaixa 972 milhões de euros com a venda, em hasta pública, de dois lotes de terreno, em Real. Não apareceram interessados num terceiro lote, localizado em Ferreiros.

A hasta pública de dois lotes de terreno localizados na Rua do Parque Norte, em Real, rendeu aos cofres da Câmara Municipal de Braga perto de um milhão de euros. A acta relativa ao acto público com vista à adjudicação definitiva da alienação dois dois lotes de terreno à Sociedade Acrescentar, SA é votada esta amanhã, na reunião do executivo municipal.

A referida sociedade adquire os dois lotes de terreno, localizados na União de Freguesias de Real Dume e Semelhe, pelo valor global de 972 mil euros.

Um dos lotes, com uma área de 439.50 metros quadrados, tinha como preço base de licitação 468.954,40 euros e foi vendido por 469 mil euros.

Já o segundo lote, que apresenta uma área de 558.50 metros quadrados, foi a hasta pública com um preço base de licitação de 502.683,97 euros e foi adquirido por 503 mil euros.

A sociedade que adquiriu os lotes procedeu já ao pagamento de 30% da verba, devendo o restante ser pago.

Na hasta pública, realizada a 24 de Novembro, estava também disponível para alienação um terceiro lote de terrenos, mas não foi apresentada qualquer proposta para a sua aquisição.

Esta terceira parcela de terreno localiza-se na Rua de Edgardo Sá Malheiro/Rua Penedo da Cruz, em Ferreiros, e tem uma área de 5.525 metros quadrados. O preço base de licitação era de 282.021,59 euros.

Aprovada em reunião de câmara, a venda dos terrenos segue agora para Assembleia Municipal.

Aquando do anúncio da hasta pública para alienação dos três lotes de terrenos, o presidente da autarquia, Ricardo Rio, explicou ao Correio do Minho que “esta é uma forma de a câmara municipal realizar dinheiro, compensando os valores que os promotores imobiliários não pagaram em taxas e licenças, mas através de terrenos e que vão agora ser alienados em hasta pública”.

O edil explicava ainda que os terrenos têm “capacidade construtiva”.

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