Braga, sexta-feira

Câmara de Ponte de Lima apoia IPSS nas verbas não financiadas

Regional

04 Novembro 2020

Redação

Ajuda é 12,5 por cento do valor não financiado pelos programas governamentais e visa aliviar o esforço financeiro das instituições.

A Câmara Municipal de Ponte de Lima tem disponível uma verba para ajudar as instituições particulares de solidariedade social na remodelação de espaços ou aquisição de viaturas.


O anúncio foi feito ontem pelo presidente da autarquia, Víctor Mendes, na assinatura do protocolo com a Casa de Caridade de Nossa Senhora da Caridade
 

O objectivo é apoiar a instituição na construção de um lar com capacidade de 80 camas, ao abrigo da terceira geração do programa PARES (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais).


“Este programa tem uma comparticipação de 75 por cento, e a parte não financiada é sempre um problema muito grande para as instituições que não têm recursos próprios. O município estará disponível para pagar metade da parte não financiada do investimento elegível, que corresponderá a 12,5 por cento fo valor. É um conforto para que as IPSS se sintam com mais força para fazerem as suas candidaturas”, declarou Victor Mendes.
 

O autarca limiano considerou que, no caso concreto da Casa da Caridade, o apoio municipal é considerado urgente.


“É um investimento que se impõe. É urgente melhorar as condições da Casa de Caridade de Nossa Senhora da Conceição. Trata-se de um edifício antigo que tem vários anos e é fundamental que se construa uma nova estrutura, porque há uma enorme dificuldade em fazer a reconversão daquele espaço”, apontou Victor Mendes.


Além do apoio monetário, a autarquia contribuiu com a cedência do terreno para a construção da nova estrutura residencial para idosos (ERPI)
 

O presidente da Casa da Caridade de Nossa Senhora da Conceição, Agostinho Freitas, destacou que a remodelação do Lar “é um sonho com várias décadas”.
 

O responsável lembrou que o edifício foi construído nos anos 80 do século passado e não corresponde às actuais exigências da Segurança Social.


“Este equipamento não nos oferece as condições de segurança necessárias para termos lá os nosos idosos. Esta é a altura de avançarmos. A terceira geração do programa PARES abre a porta para que o sonho se venha a realizar”, destacou Agostinho Freitas.
 

Para que a candidatura seja validada, a instituição tem de apresentar até ao próximo dia 30, um ante-projecto com estudo prévio, ao Instituto de Segurança Social.


O novo lar está avaliado em cerca de 2,5 milhões de euros, e deve estar concluído em dois ou três anos.

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