Braga, quarta-feira

Casa da Ciência de Braga quer melhorar oferta com alargamento das instalações

Regional

22 Agosto 2020

Redação

A ampliação das actuais instalações do Centro de Ciência Viva de Braga é um dos projectos que poderá ser uma realidade muito brevemente. O director do equipamento diz que o alargamento é crucial para aumentar e melhorar a oferta ao público.

O Centro de Ciência Viva de Braga, em Gualtar, quer melhorar a sua oferta para os visitantes através da criação de um Centro Interpretativo e de uma área expositiva e interactiva. Os primeiros passos rumo a este projecto já estão a ser dados, afirma João Paulo Vieira, director, que perspectiva o alargamento do equipamento.


Assinalando que a oferta tem que ser melhorada e que esse projecto para ampliação do Centro de Ciência Viva, João Paulo Vieira adianta que já está a trabalhar com o Município de Braga precisamente nesse sentido. O director da Casa da Ciência de Braga diz que o projecto do Eco-Parque das Sete Fontes da Câmara Municipal de Braga é, do nosso ponto de vista, em termos ecológicos, uma excelente oportunidade que tem que ser explorada obviamente” e que o próprio centro pretende ser um espaço de promoção e divulgação. “Neste momento estamos limitados às actuais instalações, que já estão lotadas com a oferta que disponibilizamos ao público”, garante o director da Casa da Ciência de Braga.
 

“No espaço actual temos o Planetário, o Observatório, a parte da Robótica e uma área para as actividades relacionadas com a Biologia, mas a nossa ideia é potenciar a nossa oferta e ir mais além, dotando o nosso Centro de Ciência Viva de um espaço apropriado e especializado na vertente da biodiversidade, envolvendo outros parceiros, actividades e projectos que já desenvolvemos nomeadamente no contexto do Rio Este e todo este corredor ecológico que vai até à Serra do Carvalho e futuramente incluindo também o Eco-Parque das Sete Fontes”, perspectiva.


“Aliás o Centro de Ciência Viva de Braga que está localizado numa das portas de entrada do parque, deverá ser um meio de promoção e divulgação do mesmo junto dos visitantes”, avança o responsável.


Durante os dias em que esteve encerrado, o Centro de Ciência Viva de Braga aproveitou para proceder a várias candidaturas, entre os quais figura uma com o objectivo de angariar financiamento para alguns dos projectos que estão já desenhados na nova oferta que vai proporcionar por via do alargamento do espaço.


“Essa candidatura a fundos tem como expectativa a criação de um Centro Interpretativo no Centro de Ciência Viva de Braga, ligado à área do Ambiente, com o objectivo de dar uma resposta interessante e de nós podermos vir a ter um tipo de oferta diferente, mais direccionada para um determinado público nesse domínio”, refere João Paulo Vieira, indicando que “independentemente de vir a ser aprovada ou não, o projecto vai avançar na mesma e teremos que arranjar outras formas de financiamento”.


“A verdade é que temos cada vez mais pessoas a visitar-nos de vários locais, desde Lisboa ao Algarve e muitos vindos da Galiza e que passam cá, já com os cartões ‘Centros de Ciência Viva’ e é por isso também que precisamos de melhorar a nossa oferta, que neste momento, está limitada às instalações”.

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