Braga, quarta-feira

Casos activos em Braga descem para 92, mas não é possível relaxar

Regional

23 Fevereiro 2021

Marlene Cerqueira

Apesar do desagravamento da situação epidemiológica no concelho, Ricardo Rio alerta que ainda não é possível relaxar nas medidas para mitigar a pandemia. Numa semana houve apenas 82 novos casos de Covid-19

A situação epidemiológica do concelho de Braga tem vindo a desagravar-se significativamente. Ontem, ao final do dia, os casos activos de Covid-19 tinham descido para 92, mas o presidente da Câmara Municipal alerta que é preciso “manter o foco” e continuar a cumprir as regras que mitigam a propagação do contágio.

De acordo com a informação veiculada pela autoridade de saúde local ao presidente da Câmara, o concelho de Braga registava ontem, ao final do dia, um total acumulado de 16.393 casos de Covid-19, dos quais 16.108 recuperados 2 92 activos.

O concelho lamenta ainda 193 mortes associadas à infecção pelo SARS-CoV-2.

Em vigilância activa estão agora 150 pessoas que tiveram contacto de risco com alguém infectado.

Em comparação com a situação verificada no mesmo dia da semana passada, é possível perceber que, à semelhança do que acontece a nível nacional, a situação no concelho regista melhores significativas.

Assim, na última semana, o concelho de Braga registou apenas 82 novos casos, o que dá uma média de pouco mais de uma dezena por dia. Recorde-se que em Novembro o concelho chegou a registar mais de 300 casos diariamente.

O número de casos activos desceu de 239 para 92, portanto menos 147.

Ao longo da última semana lamenta-se ainda mais quatro mortos.

Apesar do desagravamento da situação, Ricardo Rio referiu ao Correio do Minho, em declarações à margem da reunião de câmara, que se vão manter as respostas que estão actualmente activas, nomeadamente a unidade de retaguarda para pessoas infectadas que não necessitam de cuidados clínicos, no Hotel João Paulo II, no Sameiro, e a unidade para acolhimento de pessoas que estão sem abrigo.

Rio refere que a resposta para a população em situação de sem abrigo “tem sido bastante utilizada”, nomeadamente “por pessoas que até agora mostravam resistência” em ir para centros de acolhimento temporário.

O autarca revelou ainda que a situação também tem melhorado significativamente no Hospital de Braga, concretamente com “a redução drástica” de internamentos.

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