Braga, sábado

Circuito está mesmo com todos e surge por todo o lado

Diversos

01 Fevereiro 2021

Redação

Braga Media Arts apresenta espectáculos para ver e participar, formações para professores e adultos, workshops para famílias, projectos especiais com a comunidade e oficinas para escolas.

O Circuito dá as boas-vindas a 2021 com uma agenda bem recheada até Julho. Há espaço para workshops para as famílias, formações para públicos adultos e iniciados, espectáculos para ver e participar, formações para professores, projectos especiais com a comunidade e muito, muito mais.


Depois de um 2020 “muito particular”, o Circuito garante a segurança de todas as suas actividades presenciais e encontrou no online uma “nova casa” para acolher a sua programação.
 

 Aos públicos avançados está reservada uma surpresa para o Verão: o Circuito Summer School. Dirigida a jovens dos 15 aos 21 anos, com interesse pela música electrónica e pela arte digital, o Circuito Summer School é uma formação de uma semana, onde músicos e artistas de Braga partilham o seu conhecimento com os participantes. De 12 a 16 de Julho, os artistas Rita Sampaio (IVY, Grandfather’s House), Lucas Palmeira (Quadra), Ivo Roncon (Zero), Terzi e Inês Castanheira passam a formadores.


Há também um workshop sobre Ableton Live, uma oficina sobre criação de instrumentos electrónicos sonoros e uma formação sobre como usar o iPad como ferramenta de expressão musical. Os espectáculos para famílias continuam a ser um dos destaques deste semestre com o espectáculo ‘Válvula’, de António Jorge Gonçalves e Flávio Almada, a ter lugar já no dia 6 de Fevereiro, onde se aborda a temática do graffiti e da cultura urba- na, num espectáculo que conjuga o rap e o spoken word com o desenho e a ilustração em tempo real.
 

 O espectáculo ‘Nas Entre Linhas’, de Tânia Dinis, Ivo Romeu Bastos e Pedro Bastos, adiado devido à pandemia, regressa a 10 de Abril para contar o 25 de Abril pelos olhos de uma criança.


Já no espectáculo ‘Amigos Imaginários’, de Rita Barbosa, vamos descobrir o Folley, a técnica de efeitos sonoros gravados em estúdio. Neste espectáculo, agendado para 15 de Maio, os actores estão em palco a procurar sonorizar em tempo real uma projecção de um filme.


O ciclo de espectáculos termina com Banquete de David, de Pedro Santos e Maria Mónica, um espectáculo de comunidade que parte do imaginário das festividades do São João de Braga e que será apresentado em Junho.


A pensar nos professores estão também agendadas duas formações de curta duração, gratuitas, acreditadas pelo Centro de Formação Sá de Miranda e com o apoio e parceria do município.
 

Os workshops para famílias continuam em 2021, bem como os workshops para escolas, agora adaptados ao actual contexto pandémico. Pensando também nas escolas, todos os espectáculos têm uma sessão especial para alunos e turmas de escolas.
 

 O trabalho com a comunidade e a procura por aproximar cada vez mais pessoas às artes digitais, leva o Circuito a desenvolver projectos especiais, dirigidos a públicos específicos. É o caso da open call para a ODE – Orquestra de Dispositivos Electrónicos, um ensemble musical construído exclusivamente com instrumentos digitais. A convocatória está já aberta e, até 4 de Abril, qualquer pessoa se pode inscrever para participar nesta orquestra digital.


De Abril a Junho, a convite do Circuito, os Space Transcribers, colectivo bracarense de arquitectos, estarão na Urbanização das Parretas com o projecto ‘AcustiCidade’
 

No projecto ‘Inter-Symmetry’, os músicos Mark Fell e Rian Treanor vão juntar-se digitalmente à CERCI Braga e à Escola de Arquitectura da Universidade do Minho (UMinho) para encontrarem novas formas de criar música à distância.
 

 Uma das novidades deste primeiro semestre de programação é o projecto LINK, uma parceria entre o Circuito e o gnration. Com o objectivo de aproximar audiências de artistas e criações, LINK propõe actividades destinadas a públicos diversos e em diferentes momentos ao longo do ano.


Finalmente, o projecto ‘Perto’ é um ciclo de sessões de exploração sonora para comunidades institucionalizadas. Numa espécie de ‘serviço ao domicílio’, artistas da área do som deslocam-se a instituições para desen- volver actividades artísticas.

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