Braga, quinta-feira

Comerciantes terão de ser criativos e pró-activos para salvar vendas de Natal

Regional

08 Novembro 2020

Redação

Rui Marques diz que os empresários terão de criar soluções diferenciadoras, atractivas e apelativas para estimular os consu-midores. As vendas à distância serão, segundo o dirigente, um factor determinante de sucesso.

A pandemia obrigou os comerciantes a repensar os seus negócios - ou melhor, a forma de os conceber - e com a época do Natal à porta toda a criatividade e proactividade são bem-vindas para atrair clientes e gerar negócios.

Certo que este será um Natal “diferente do que estamos habituados”, o director-geral da Associação Comercial de Braga diz que esta época “vai exigir muito das empresas”, embora o resultado final “não dependa exclusivamente delas”.

“As empresas vão ter de adoptar abordagens diferentes das que têm tido. Vão ter de ser mais pró-activas, sair da sua zona de conforto e fazer coisas diferentes para tentar, de alguma forma, captar a atenção dos clientes e fomentar vendas”, assume Rui Marques, asseverando que as vendas à distância serão fundamentais “para salvar os negócios do Natal”.

Para o dirigente esta tipologia de vendas não é exclusiva de quem tem comércio electrónico. “Também podem ser dinamizadas por qualquer tipo de empresa que não tendo comércio electrónico pode aproveitar as redes sociais, plataformas como o ‘whatsapp’ ou mesmo o telefone”, diz.

Dar a volta à crise não será uma opção, mas uma condição de sobrevivência. “Não há nenhuma iniciativa que possa ser preconizada pelo governo, por um município ou por uma associação comercial como a ACB que, por si só, vá ajudar a resolver este problema. Podemos mediatizar, mas as empresas também têm de fazer o seu trabalho. Na verdade, elas é que são a peça-chave. Bem sabemos das enormes dificuldades que estão a viver, mas também é importante que nesta altura sejam capazes de actuar em conformidade”, afirma o dirigente, assegurando que é necessário que concebam, por exemplo, novos tipos de sugestões de presentes para oferecer, que optem por fazer promoções mais cedo e até “mais agressivas”, montras mais atractivas, “soluções verdadeiramente atractivas, apelativas e que seduzam os consumidores porque as pessoas não estão com pre-disposição para a compra. Isso vai ter de ser estimulado”, remata o dirigente.

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