Comunidade louva rastreios grátis de alunos da Escola de Medicina

Regional

17 Junho 2021

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Em parceria com a Escola de Medicina e a UMinho, o Núcleo de Estudantes de Medicina voltou, ontem, a promover uma série de rastreios gratuitos à comunidade para perceber como está de saúde.

Domingos Araújo foi levar a filha, Júlia Araújo, ontem, à Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), onde está a licenciar-se para vir a ser médica e acabou por aproveitar e fazer rastreios de hipertensão e à glicémia para ver como estava a sua saúde. A oportunidade foi criada pela Escola de Medicina em parceria com o NEMUM - Núcleo de Estudantes de Medicina da UMinho, que voltaram a dinamizar rastreios gratuitos à comunidade.

“Acho que esta é uma óptima iniciativa que a UMinho e, neste caso em específico, a Escola de Medicina e os seus alunos, prestam à comunidade em geral, realizando rastreios gratuitos para ver como está a nossa saúde”, indicou Domingos Araújo, que, ontem, foi o primeiro ‘utente’ a ser rastreado pelos alunos de Medicina da UMinho.

“Por vezes não tomamos muito conta da nossa saúde, sobretudo porque não temos os melhores hábitos, como ter uma alimentação mais saudável e regrada e fazer algum exercício físico também e a verdade é que os problemas surgem muitas vezes sem darmos por ela, por isso, entendo que a promoção deste tipo de iniciativa, com a realização de rastreios gratuitos à população, é de saudar”, sublinhou o utente.

Nira Fernandes, que é funcionária do bar da Escola de Medicina da UMinho, aproveitou também a ocasião disponibilizada em plena entrada da escola para fazer os rastreios. “A verdade é que durante todo este tempo de pandemia de Covid-19 não temos estado tão atentos à nossa saúde e penso que estes rastreios vêm numa boa hora e são de louvar para vermos como está a nossa tensão e também se poderemos ter ou não algum problema de diabetes e vale mais prevenir”, disse à reportagem do jornal ‘Correio do Minho’.

Membro do Departamento de Acção Comunitária do NEMUM, Cristiana Rodrigues, aluna do 4.º ano do curso de Medicina da UMinho, foi uma das voluntárias que, ontem, esteve a monitorizar a saúde dos utentes que quiseram perceber como se encontram de saúde.

“É a primeira vez que estou aqui a ajudar também na realização de rastreios, apesar de já termos dinamizado outras acções semelhantes, mas considero que estas iniciativas são extremamente importantes em primeiro lugar pelo apoio gratuito que é dado à comunidade e, em segundo lugar, porque é uma forma de a Escola de Medicina da UMinho estar também próxima das pessoas e retribuir o apoio que também nos dão”, disse.

Tiago Ramalho, da comunicação da Escola de Medicina, refere que ainda recentemente, aquando da Semana Europeia da Saúde Pública, em Maio, foram realizados rastreios no centro das cidades de Braga e de Guimarães - onde a UMinho tem implementado os seus pólos universitários - que tiveram uma grande adesão por parte das comunidades, com mais de 600 rastreios gratuitos a serem realizados. Refere a organização que estas iniciativas fazem parte da “missão” da Escola de Medicina da UMinho, em prol de “cidades mais saudáveis e preocupadas com o bem-estar”.

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