Braga, terça-feira

Concurso levou à descoberta dos fontanários

Regional

15 Dezembro 2020

Redação

Trabalhos submetidos ao concurso municipal de fotografia podem ser vistos na Fonte do Ídolo e ajudam a revisitar os fontanários de Braga.

Meia centena de bracarenses, e não só, responderam ao desafio do XVII Concurso Municipal de Fotografia e foram à descoberta dos fontanários de Braga. É a perspectiva destes fotógrafos que está exposta na Fonte do Ídolo, numa mostra dos trabalhos vencedores e concorrentes que pode ser visitada até 15 de Janeiro.

A exposição dos trabalhos da XVII edição do Concurso Municipal de Fotografia abriu ontem com a entrega dos prémios e menções honrosas aos vencedores.

Coube ao vereador do Património, Miguel Bandeira, a entrega dos prémios. O responsável municipal considerou que esta “é talvez uma das edições mais bem conseguidas do concurso do ponto de vista da qualidade das fotografias”, assumindo que a iniciativa dina- mizada pela Divisão do Cen- tro Histórico, Património e Arqueologia “é um motivo de orgulho”.

“É um modo de divulgarmos, salvaguardarmos e conhecermos o património de Braga” afirmou Miguel Bandeira que apelou às pessoas para que continuem a participar, já que para o ano haverá nova edição.

Com 17 edições, o concurso municipal de fotografia revela, também, a diversidade do património bracarense.

Em relação à temática da XVII edição, o vereador do Património admitiu que “é um dos temas mais gratos” e a exposição mostra a variedade de aspectos com que o tema da água pode ser abordado.
Miguel Bandeira realçou também o facto do concurso recorrer à fotografia analógica, através de máquinas descartáveis, desde a primeira edição, estimulando esta componente do processo fotográfico.
Carolina Sousa ganhou o primeiro prémio, no valor de 400 euros, que vai aplicar na compra de material fotográfico.

A vencedora do concurso participou pela primeira vez no concurso e confessou-se surpreendida pelo resultado final que agora partilha com o público na Fonte do Ídolo. “Na fotografia analógica nunca sabemos bem o que vai sair” afir- mou.

Para Carolina Sousa, o concurso foi um pretexto para “turistar” pela sua própria cidade, descobrindo locais como as Sete Fontes onde nunca tinha ido.

O júri do concurso atribuiu um prémio especial a Filipa Correia e, ainda, duas menções honrosas a Marlene Ferezini e a Gabriela Ribeiro.

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