Braga, quarta-feira

Covid-19: Alemanha ultrapassa as 6 mil vítimas mortais e os 157 mil casos

Internacional

29 Abril 2020

Redação

A Alemanha registou 6.115 mortos, mais 202 em relação ao dia anterior e tem 157.641 casos diagnosticados, um aumento de 1.304, de acordo com os dados oficiais.

A Alemanha registou 6.115 mortos, mais 202 em relação ao dia anterior e tem 157.641 casos diagnosticados, um aumento de 1.304, de acordo com os dados oficiais.

O Instituto Robert Koch revela ainda que são cerca de 120.400 as pessoas recuperadas da covid-19, um crescimento de 3.100 nas últimas 24 horas.

A Baviera, o maior estado federado do país e o mais afetado pelo novo coronavírus, tem agora 41.830 casos e 1.745 mortos registados.

Hoje entra em vigor a medida que impõe o uso obrigatório de máscara em todos os 16 estados federados do país.

Alguns dos estados já tinham implementado esta regra, cuja extensão varia de acordo com a região. Em Berlim, por exemplo, a obrigatoriedade começou na passada segunda-feira, apenas para transportes públicos. A partir de hoje passa a aplicar-se também a todas as lojas.

Devem também hoje ser anunciadas novas medidas de combate à pandemia de covid-19. Deverá, entre outras, ser aumentado o número de testes realizados e as autoridades de saúde vão passar a ter de dar também conta dos casos recuperados e que testaram negativo para um maior controlo dos valores.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 215 mil mortos e infetou mais de três milhões de pessoas em 193 países e territórios. 

Mais de 840 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 948 pessoas das 24.322 confirmadas como infetadas, e há 1.389 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram, entretanto, a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.

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