Braga, quarta-feira

Covid-19: Brasil atinge pela primeira vez 3.000 novos casos diários e regista 204 mortos

Internacional

15 Abril 2020

Redação

O Brasil ultrapassou hoje a barreira dos três mil novos casos diários do novo coronavírus, registando o número recorde de 3.058 infetados e 204 mortos nas últimas 24 horas, informou hoje o executivo.

O Brasil ultrapassou hoje a barreira dos três mil novos casos diários do novo coronavírus, registando o número recorde de 3.058 infetados e 204 mortos nas últimas 24 horas, informou hoje o executivo.

O país sul-americano registou 204 mortes, o mesmo número contabilizado no dia anterior, e 3.058 novas pessoas infetadas, mais 1.226 do que na terça-feira (1.832).

Além do número recorde de novos casos num único dia, o país sul-americano registou um aumento de 13% nas vítimas mortais, de 1.532 para 1.736, enquanto o número de infetados cresceu 12%, de 25.262 para 28.320 casos confirmados.

A taxa de letalidade do novo coronavírus no país manteve-se em 6,1%, indicou o Ministério da Saúde.

São Paulo continua a ser o estado brasileiro com maior número de casos confirmados, registando 778 mortos e tendo ultrapassado hoje os 11 mil infetados, registando 11.043 casos de infeção.

Seguem-se o Rio de Janeiro, com 265 vítimas mortais e 3.743 casos confirmados, e o Ceará, que teve, até ao momento, 116 óbitos e 2.157 casos de infeção.

Contudo, Tocantins, localizado na região norte do país e que até terça-feira era o único estado brasileiro sem casos de mortes, registou o seu primeiro óbito em decorrência da covid-19.

Assim, todos as 27 unidades federativas do Brasil (26 estados mais o Distrito Federal) possuem agora óbitos associados à infeção pelo novo coronavírus.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 131 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 436 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

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