Braga, terça-feira

Covid-19: Pandemia já fez quase 83 mil mortos em todo o mundo

Internacional

08 Abril 2020

Redação

A pandemia da covid-19 matou quase 83 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro e mais de 1,4 milhões estão infetados, segundo um balanço da AFP às 11:00, a partir de dados oficiais.

A pandemia da covid-19 matou quase 83 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro e mais de 1,4 milhões estão infetados, segundo um balanço da AFP às 11:00, a partir de dados oficiais.

De acordo com a agência de notícias francesa, morreram pelo menos 82.726 pessoas e há mais de 1,4 milhões infetados (1.438.290) em 192 países.

Pelo menos 275.500 foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

Itália, que registou a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, é o país mais afetado em número de mortes, com 17.127 óbitos em 135.586 casos. 24.392 pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades italianas.

Depois de Itália, os países mais afetados são Espanha, com 14.555 mortes em 146.690 casos, os Estados Unidos com 12.911 mortes (399.929 casos), França com 10.328 mortes (109.069 casos) e o Reino Unido com 6.159 mortes (55.242 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, registou 81.802 casos (62 novos entre terça-feira e hoje), incluindo 3.333 mortes (duas novas) e 77.279 curados.

Nos Estados Unidos já foram registados oficialmente 399.929 casos de infeção, incluindo 12.911 mortes. 22.539 pessoas foram consideradas curados.

Desde as 19:00 de terça-feira, Belize, Ilhas Virgens Americanas e Barbados anunciaram as primeiras mortes ligadas ao vírus.

A Europa totalizou até às 11:00 de hoje 58.627 mortes para 750.276 casos, Estados Unidos e Canadá 13.309 mortes (417.740 casos), Ásia 4.395 mortes (125.215 casos), Médio Oriente 4.234 mortes (88.158 casos), América Latina e Caraíbas 1.570 mortes (39.297 casos), África 537 mortes (10.605 casos) e Oceânia 54 mortes (7.000 casos).

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

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