Braga, quarta-feira

Covid-19: Portugal com novos máximos de mortes e internamentos nas últimas 24 horas

Nacional

02 Novembro 2020

Redação

Portugal ultrapassou hoje os máximos de óbitos e internamentos por covid-19 desde o início da pandemia com o registo de 46 mortos e 2.255 doentes internados, 294 dos quais em cuidados intensivos, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Portugal ultrapassou hoje os máximos de óbitos e internamentos por covid-19 desde o início da pandemia com o registo de 46 mortos e 2.255 doentes internados, 294 dos quais em cuidados intensivos, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico da DGS hoje divulgado, Portugal regista hoje 2.506 casos, abaixo dos 3.062 notificados no domingo, e 146.847 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, além de 2.590 óbitos.

Em relação aos internamentos, o número de pessoas hospitalizadas continua a subir desde há mais de uma semana, sendo agora de 2.255 pessoas, mais 133 do que no domingo, dos quais 294 (mais 10) estão em Unidades de Cuidados Intensivos.

Das 46 mortes registadas, 20 ocorreram na região Norte, 17 em Lisboa e Vale do Tejo, seis na região Centro e uma no Alentejo, no Algarve e na Madeira, respetivamente.

Até hoje o dia 30 de outubro, com o registo de 40 vítimas mortais, tinha sido o momento com maior número diário de óbitos desde o início da pandemia.

Relativamente às novas infeções, o valor de hoje é o mais baixo dos últimos sete dias, período em que se verificou um crescimento exponencial de contágios e no qual foi atingido o máximo de novos casos (4.656, na sexta-feira) desde março.

No que respeita aos internamentos, na primeira fase da pandemia Portugal registou um máximo em abril com 1.302 pessoas internadas. Esse valor foi superado em 22 de outubro, com a existência de 1.365 casos de internamento, estando agora a ser consecutivamente ultrapassado nos últimos dias, atingindo hoje o ‘pico’ de 2.255.

Quanto aos cuidados intensivos, o boletim de hoje revela que 294 pessoas estão nestas unidades, ultrapassando o valor máximo de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos registado no passado sábado, dia em que 286 pessoas estavam nestas unidades com covid-19.

As autoridades de saúde têm agora sob vigilância 66.428 pessoas, mais 1.623 pessoas nas últimas 24 horas.

A DGS revela ainda que estão ativos 60.963 casos, mais 937.

Nas últimas 24 horas foram dados como recuperados 1.523 casos, totalizando 83.294.

A região Norte continua a registar o maior número de novas infeções diárias, hoje com mais 1.202 casos, totalizando 66.145, e 1.151 mortos, dos quais 20 nas últimas 24 horas.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 845 novos casos de infeção, contabilizando a região 61.064 casos, e 1.021 mortes, das quais 17 nas últimas 24 horas.

Na região Centro registaram-se 333 novos casos, contabilizando 13.050, e 323 mortos (mais seis em relação à véspera).

No Alentejo foram registados 46 novos casos de infeção, totalizando 2.854, com um total de 50 mortos (mais um).

A região do Algarve tem hoje notificados mais 66 casos de infeção, somando 2.904 casos, e 29 mortos (mais um).

Na Região Autónoma dos Açores foi registado mais um caso nas últimas 24 horas, somando 371 infeções detetadas e 15 mortos desde março.

A Madeira registou 13 novos casos nas últimas 24 horas, contabilizando 459 infeções, e o seu primeiro óbito desde o início da pandemia.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

No total, o novo coronavírus já afetou em Portugal pelo menos 66.617 homens e 80.230 mulheres, de acordo com os casos declarados.

Do total de vítimas mortais, 1.320 eram homens e 1.270 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos e mais de 46,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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