Braga, sexta-feira

Documentário sobre Sebastião Alba é o retrato fiel da pessoa que ele foi

Diversos

12 Março 2021

Marlene Cerqueira

‘Ninguém Como Nós Conhece O Sol’, de Inês Leitão, foi exibido ontem, através das redes sociais da BLCS. Filhas do poeta assistiram e destacaram que o documentário “é retrato fiel da pessoa que ele foi”.

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS) prestou ontem homenagem a Sebastão Alba, com a estreia, através das suas redes sociais, do documentário ‘Ninguém Como Nós Conhece O Sol’, de Inês Leitão, realizadora que marcou presença nesta iniciativa online.


A sessão, que assinalou o dia de aniversário do poeta bracarense, que ontem teria completado 81 anos, contou ainda com Sónia Gonçalves e Clara Neide, filhas de Sebastião Alba.
 

 Na sinopse do documentário é explicado que ‘Ninguém como nós conhece o sol’ é “sobre a vida e obra de Sebastião Alba, o poeta do despojamento que Braga viu nascer e morrer”.


No documentário, escritores, críticos, poetas, familiares e declamadores “recriam a vida do poeta peregrino, o poeta inconformado que une a lusofonia”.


Descrevendo Sebastião Alba como “um dos maiores vultos da poesia portuguesa contemporânea”, o documentário procura mostrar “Que homem foi este? Que imagética? Que poesia foi esta que nasceu da sua pena, quando optando pelo despojamento total, renunciando a todas as convenções sociais, mergulha sozinho no abismo da liberdade mais profunda”.


Inês Leitão mostrou-se bastante satisfeita por estrear este documentário “de Braga para o mundo”, realçando a importância de celebrar Alba “sem os teóricos, sem os intelectuais, mas com aqueles que eles mais amou, a sua família e os seus leitores”.
 

Após a exibição do documentário, juntaram-se à conversa Sónia Gonçalves e Clara Neide, que se confessaram “profundamente tocadas” com este trabalho que revela “um pouco sobre o lado pessoal” do pai.


“Agradecemos à Inês por dar a conhecer a sua obra e a pessoa que ele foi. Este é um documentário extraordinário. É um retrato muito fiel do que ele foi”, confessaram as filhas do poeta.


Ainda ontem, a BLCS promoveu um sessão online sobre ‘Biblioteca Públicas: desafios, missão e serviços em contexto de pandemia’, iniciativa que assinalou os 35 anos da criação da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas.
 

 Durante o dia foram divulgados, através das redes sociais, testemunhos, gravados em vídeo, e partilhados pela Rede de leitura Pública do Cávado.

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