Braga, segunda-feira

Estamos sempre presentes em tudo

Regional

16 Fevereiro 2020

Redação

Com 123 escuteiros, o Agrupamento n.º 1 - Sé do Corpo Nacional de Escutas sente responsabilidade acrescida para defender os valores que estão na base do movimento. Chefe de agrupamento, Paulo Silva, garante que escutismo faz cada vez mais falta.

“O melhor meio para alcançar a felicidade é contribuir para a felicidade dos outros.”
in Baden Powell

São 123 os escuteiros que integram o Agrupamento n.º 1 - Sé do Corpo Nacional de Escutas (CNE). Com lista de espera, o chefe de agrupamento garante que “só com muito trabalho e a envolvência de todos os elementos nas inúmeras actividades é que isso é possível”. O facto de ser o primeiro agrupamento do país, Paulo Silva garante que não são melhor do que ninguém, mas sentem “uma responsabilidade acrescida para conseguir defender os valores” sobre os quais surgiu este movimento.

“Tentamos ser o mais genuíno com aquilo que é o escutismo e tentamos transmitir esses valores aos miúdos. Queremos ser o n.º 1, porque ajudamos na formação dos miúdos e esse é o nosso objectivo”, sublinhou o chefe de agrupamento.

E sobre o escutismo, Paulo Silva confidenciou que está não “entranhado”, que é difícil explicar. “Apesar de ter mais de 100 anos, continua a ser uma escola de vida e vai continuar a ser segundo o método não formal. Aqui, são os jovens que fazem o seu próprio percurso. Nada lhes é imposto, apenas lhe é dada a responsabilidade e a oportunidade de eles fazerem escolhas. Têm que trabalhar sobre elas e assumir as responsabilidades sobre elas e é assim que se cresce”, defendeu o dirigente, garantindo que este modelo de vida trabalha todas as vertentes do jovem e do próprio adulto. “Trabalhamos a parte física, espiritual e intelectual e os miúdos nem se apercebem que estão a fazer esse trabalho”, constatou. Paulo Silva foi peremptório: “o escutismo faz cada vez mais sentido e é cada vez mais actual. Apesar das dificuldades de adaptação às novas formas de interagir da sociedade, tem sabido adaptar-se”.

Hoje, continuou o chefe de agrupamento, “há muita oferta lá fora e tenta-se que os miúdos se consigam enraizar aqui dentro, por isso, estão envolvidos em inúmeras actividades”.

Sendo um agrupamento da cidade, o n.º 1 conta com 90% de escuteiros de outras freguesias. E isso deve-se, de acordo com Paulo Silva, “ao trabalho e dinamismo” que o agrupamento tem. “Estamos sempre em tudo que nos solicitam. Participamos na organização das procissões da Semana Santa, na Braga Romana, na Parada de Natal. Somos responsáveis pelo compasso pascal na Cónega. Por vezes, falam dos escuteiros por só pedirem, pedirem, pedirem. Mas porque as pessoas não vêem tudo o que nós fazemos. O escutismo é muito mais do que procissões e acampamentos, apesar de no nosso agrupamento isso ser um marco importante”.

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