Braga, sexta-feira

Evitar pior série defensiva da temporada como meta para amanhã

Desporto

02 Março 2021

Ricardo Anselmo

Consistência do sector mais recuado constantemente à prova. Variações na elaboração da linha defensiva ajudam a explicar série de quatro jogos a sofrer. No Dragão, é imperativo marcar e não sofrer.

Roma, Tondela, Roma outra vez e Nacional. Quatro jogos consecutivos a sofrer golos, algo que acontece pela segunda vez esta temporada. Evitar um quinto jogo seguido a sofrer, amanhã, com o FC Porto, deixará o SC Braga mais perto de alcançar um dos objectivos da temporada: a final da Taça de Portugal.

 

Existem vários motivos que ajudam a explicar a menor conseistência do sector defensivo nos últimos jogos, sobretudo neste ano de 2021. Desde logo, o surto de covid-19 que, de uma assentada, logo no final de dezembro, afastou da equipa Tormena, Bruno Viana e David Carmo, para além do médio Castro.


 Na altura, sobravam Rolando (que aparentemente não contava, já que nunca tinha sido opção) e Raul Silva, que chegaram para as encomendas... até que o surto se foi e veio uma lesão grave, de David Carmo, que não joga mais e também a saída de Bruno Viana, que rumou ao Flamengo depois de ter, alegadamente, demonstrado falta de empenho, situação que desagradou a Carlos Carvalhal.


Mais recentemente, Bruno Rodrigues passou a integrar definitivamente o plantel principal e estreou-se a titular no último jogo com o Nacional. No final, Carvalhal reconheceu que na origem do golo insular pode ter estado alguma falta de articulação do jovem com Tormena o que, diga-se, como o técnico dos guerreiros do Minho reconheceu, é perfeitamente normal nesta fase.


Amanhã, no Dragão, marcar é obrigatório, mas não sofrer pode ter, também, uma boa dose de importância para que o SC Braga carimbe acesso para a final.

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