Braga, terça-feira

Fibrenamics Green da UMinho finalista dos prémios Regiostars da Comissão Europeia

Regional

09 Julho 2020

Redação

A plataforma 'Fibrenamics Green', criada na Universidade do Minho para desenvolvimento de produtos aproveitando resíduos industriais, é um dos 25 projetos finalistas aos prémios Regiostars 2020 da Comissão Europeia, hoje conhecidos, que distinguem boas práticas apoiadas por fundos comunitários.

A plataforma 'Fibrenamics Green', criada na Universidade do Minho para desenvolvimento de produtos aproveitando resíduos industriais, é um dos 25 projetos finalistas aos prémios Regiostars 2020 da Comissão Europeia, hoje conhecidos, que distinguem boas práticas apoiadas por fundos comunitários.

“Trata-se de um investimento apoiado pelo [programa regional] Norte 2020, no contexto dos incentivos para a transferência do conhecimento científico e tecnológico”, explica em comunicado a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).

A entidade gestora do Norte 2020, e responsável pela candidatura do projeto aos prémios, destaca o “trabalho em rede que a plataforma dinamiza e que envolve as diferentes fases da criação de novos produtos – como o design, a engenharia e a criatividade – a partir do aproveitamento de resíduos de várias indústrias do Norte de Portugal”.

Desenvolvido pela Plataforma Internacional 'Fibrenamics' da Universidade do Minho, em parceria com o Centro para a Valorização de Resíduos, em Guimarães, o projeto agora finalista tem como finalidade promover a utilização de resíduos de várias indústrias em novos produtos inovadores, criando valor.

“A 'Fibrenamics Green' pretende agregar num espaço comum os vários ‘players’ de toda a cadeia de valor do processo de geração e valorização de resíduos, potencializando a transferência de conhecimento interdisciplinar e multissetorial, no desenvolvimento dos produtos com base em resíduos, impulsionados pelo conhecimento científico e tecnológico”, pode ler-se na página da plataforma.

Com um custo total elegível de 553 mil euros, o projeto foi cofinanciado em 470 mil euros pela União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, enquadrado no programa operacional regional Norte 2020.

Para o Registars 2020, a 'Fibrenamics Green' concorre na categoria “Economia Circular para uma Europa Verde”, juntamente com mais quatro candidatos.

Também finalista nos prémios entregues pela Comissão Europeia, mas na categoria “Transição Industrial para uma Europa Inteligente”, está o Centro de Incubação de Negócios da Agência Espacial Europeia (ESA BIC), financiado pelo programa regional Centro 2020 e que apoia empresas com projetos que incorporem tecnologia espacial em aplicações terrestres, em áreas como a saúde, energia, transportes, segurança e vida urbana.

Adicionalmente, a 'Fibrenamics Green' e o ESA BIC concorrem com os 25 finalistas das cinco categorias a concurso para o Prémio do Público.

O vencedor da edição de 2020 do galardão entregue pela Comissão europeia desde 2008 será decidido por um júri e conhecido a 14 de outubro, num evento inserido na Semana Europeia das Regiões e Cidades.

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