Braga, quinta-feira

Formação sobre Neurociência enriquece recursos humanos

Regional

17 Novembro 2020

Redação

Grupo dst arranca esta semana com um plano de formação e small talks para promover o conhecimento na área da neurociência, da emoção e da razão junto dos seus trabalhadores.

Promover o conhecimento na área da neurociência, da emoção e da razão junto dos seus colaboradores é o objectivo do grupo empresarial DST ao arrancar, esta semana, com um novo plano de formação e ‘small talks’.

Em comunicado, o grupo empresarial liderado por José Teixeira explica que vão ser dinamizadas 16 sessões, ministradas on-line, com o objectivo de “dotar, reforçar e optimizar as competências comportamentais dos seus trabalhadores, a maioria dos quais formados em áreas técnicas e de engenharia”.

Este ciclo de ‘small talks’, centrado fundamentalmente” em matérias e ferramentas que explicam e apoiam a tomada de decisão”, vêm na sequência do programa de workshops sobre Saúde Mental, que o grupo empresarial já promoveu junto dos seus trabalhadores, em Setembro e Outubro, e que terá continuidade em 2021 com formações complementares de primei- ros socorros na saúde mental.

Durante este novo plano de formação serão abordados temas relacionados com o funcionamento do cérebro e das emoções, assim como a relação da neurociência com a emoção, a razão, a tomada de decisão, o comportamento humano e o bem-estar.

José Teixeira acredita que esta formação terá um contributo valioso na gestão dos negócios do grupo, quer em termos comportamentais quer em termos de tomada de decisão: “A neurociência configura o caminho mais viável para a gestão de pessoas e de negócios. Estou convicto que ao entender o comportamento humano, através do estudo do sistema nervoso relacionando-o com a fisiologia do organismo, os nossos trabalhadores estarão mais bem preparados para o caminho que queremos trilhar no grupo DST”.

Citado no comunicado, o presidente do Conselho de Administração explica ainda que “um número significativo de sessões vão explicar como funciona o nosso cérebro, como se desencadeia o processo biológico da decisão e de que forma podemos condicionar positivamente a decisão”.

“Com estas ferramentas estaremos melhor preparados para pensar depressa ou devagar, na certeza de que estaremos a gerar o maior valor possível na cadeia de decisão e de negócio”, acrescenta o responsável pelo grupo que conta actualmente com mais de 2000 colaboradores e opera em sectores como a construção civil, energias renováveis, telecomunicações, ‘ventures’ e imobiliário.

Ciente de que uma percentagem muito significativa dos seus quadros são formados em áreas técnicas e de engenharia, o CEO reconhece que “a maioria dos trabalhadores envolvidos neste ciclo formativo não está treinado para determinadas competências comportamentais e nós vivemos dos nossos comportamentos, no trabalho, na vida familiar, no contexto social”, razão pela qual acredita que “a aposta nesta formação com o crivo na neurociência nos vai permitir entrar numa nova etapa onde a componente científica do comportamento passará a ser a causa das coisas”.

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