Braga, sexta-feira

Guimarães: Agarrar oportunidade para a mobilidade

Regional

05 Novembro 2020

Redação

Mobilidade urbana nas cidades de Braga e de Guimarães deve prever ligação ao transporte de alta velocidade defende o presidente da Câmara Municipal de Guimarães que diz que é preciso trabalhar para não perder os 200 milhões de euros anunciados

Os municípios de Braga e de Guimarães têm de trabalhar para desenvolver os sistemas de mobilidade urbana nas duas cidades, captando os 200 milhões previstos no plano nacional de investimentos, e numa ligação entre as duas cidades com destino ao eixo ferroviário de alta velocidade. A ideia foi defendida pelo presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, em reacção às mais recentes declarações do ministro do Ambiente e Acção Climática, Matos Fernandes, na Assembleia da República.


O edil vimaranense remete para os estudos técnicos, que já estão a ser elaborados, mas faz "finca pé" numa ligação entre Guimarães e Braga, que não será ao centro de Braga, mas ao limite exterior da cidade, ao transporte ferroviário de alta velocidade. “Ao fazer a ligação, atra- vés dos dois sistemas de mobilidade urbana, à estação de alta velocidade faz atrair a toda a zona interior - Fafe, Vizela, Cabeceiras de Basto, Vila das Aves e parte de Santo Tirso - a população que queira ir para o eixo ferroviário principal” explica Bragança. “Para aceder à alta velocidade, esta população entra no sistema de mobilidade urbana que vamos construir em Guimarães, desde Moreira de Cónegos/Lordelo passando à vila das Taipas e fazendo as articulações necessárias de mobilidade dentro de via dedicada para o metrobus” reforça o autarca vimaranense. Domingos Bragança avisa que é preciso trabalhar já porque "isto vai dar muito trabalho e que “se até 2024/2025 este trabalho e as candidaturas não estiverem feitas e aprovadas não conseguimos” porque “2030 em projectos desta dimensão é já amanhã”.O edil de Guimarães deixa ainda outro aviso: "se estivermos sempre a ver dá não dá, estamos a fazer o que as grandes cidades querem, que nos percamos em discussões pondo em causa o investimento que nos foi dedicado" salvaguardando, em relação ao investimento previsto: “isto não é oferecido, é conseguido, conquistado”.
 

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