Braga, terça-feira

Guimarães Jazz e Bienal de Ilustração marcam últimos meses de 2019 de A Oficina

Diversos

03 Setembro 2019

Lusa

O festival Guimarães Jazz e a Bienal de Ilustração são os principais destaques da programação dos últimos meses de 2019 nos espaços da cooperativa A Oficina, hoje anunciada.

De 12 de outubro a 31 de dezembro, a bienal passa por vários espaços associados a A Oficina, incluindo uma retrospetiva do ‘designer’ Jorge Silva, que vai receber o Prémio Carreira, com 120 obras de 54 autores diferentes expostas no Palácio Vila Flor por estarem em concurso para o Prémio Nacional BIG.
 

O Guimarães Jazz decorre de 07 a 16 de novembro, no Centro Cultural Vila Flor e no Centro Internacional de Artes José de Guimarães, numa 28.ª edição com 13 concertos, com destaque para os saxofonistas Charles Lloyd e Joe Lovano, mas também Han Bennink ou Antonio Sánchez.
 

A ‘rentrée’ arranca na sexta-feira e no sábado nos jardins do Centro Cultural Vila Flor, com o Manta, programa que conta com concertos de Bruno Pernadas, o brasileiro Momo, no primeiro dia, mas também Serushio e a norte-americana Holly Miranda.
 

No dia 14, passa pelo auditório do Centro a Companhia Nacional de Bailado, primeiro com “Annette, Adele e Lee”, de Rui Lopes Graça, e logo a seguir com “Madrugada”, de Victor Hugo Pontes, com um concerto no dia 17 de Joana Gama e Luís Fernandes, para apresentar o disco “At The Still Point Of The Turning World”.
 

Outra das novidades da programação passa pela utilização do espaço da Loja Oficina para exposições, dedicando uma ao artesão vimaranense António Silva, um “especialista em réplicas de embarcações históricas”, pode ler-se na apresentação do programa, que ficará patente entre 14 de setembro e 01 de dezembro.
 

Na Casa da Memória de Guimarães, outro dos espaços do Teatro Oficina, o fotojornalista Hugo Delgado expõe o resultado de um trabalho com mais de 40 crianças e jovens do concelho, “apoiando o processo de registo dos rostos que fazem cada um daqueles bairros”, no caso Atouguia e Gondar.
 

A inauguração, marcada para 20 de setembro, terá uma performance que envolve as próprias crianças, numa mostra intitulada “Os Rostos do Meu Bairro Fraterna” que fica patente até 31 de dezembro.
 

O Cineclube continua a programar várias propostas de cinema no Centro Cultural Vila Flor, que acolhe mais concertos do ciclo Músicas do Mundo, com o ugandês Otim Alpha, a 28 de setembro, e os espanhóis Zulu Zulu, a 23 de novembro.
 

O Musicadoria leva ao Vila Flor várias bandas internacionais programado por estruturas vimaranenses, com nomes como Dälek, Black Bombaim ou Michal Turtle, em estreia em Portugal, ao longo de várias datas.

A integração do espaço na rede de dança Aerowaves leva a peça grega “Opus”, de Christos Papadopoulos, no dia 12 de outubro, enquanto o Centro Internacional de Artes recebe a exposição coletiva “Plant Revolution”, sobre questões ecológicas, de 19 de outubro a 16 de fevereiro.

A programação integra ainda vários outros momentos, como o concerto da Orquestra de Guimarães (18 de outubro), dos HHY & The Macumbas (05 de outubro), o circo “Vão”, da Erva Daninha (02 novembro), ou o espetáculo teatral “Autocarro para Sonhos” (20 outubro), este construído a partir de duas turmas de crianças de Guimarães e do Porto.

A 23 de novembro, celebra-se o centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen com “A Menina do Mar”, enquanto os 15 anos desde o primeiro álbum dos Nouvelle Vague são assinalados com um concerto acústico da banda, no dia 07 de dezembro.

Nesse mês, entre o dia 08 e o dia 16, o Teatro Oficina celebra 25 anos com várias iniciativas, da reposição de “Arquivo Público”, de Manuela Ferreira, a uma visita guiada pelo primeiro diretor, Moncho Rodríguez, e a estreia de uma nova criação, “A Grande Serpente”, construída “a partir das memórias dos intérpretes do espetáculo fundador da companhia”.

Ao longo do que falta de 2019, o espaço acolhe várias residências artísticas, em particular da Artista no Centro 2019-2021, Manuela Ferreira, um programa que também traz Gil Mac e Tânia Dinis, mas também Aurora Negra, recipiente da Bolsa Amélia Rey-Colaço para 2020.

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