Hugo Pires denuncia abandono de estruturas

Regional

07 Junho 2021

Redação

No périplo pelas freguesias de Nogueira, Fraião, Lamaçães e Esporões, o candidato socialista constatou o desinvestimento nos equipamentos.

O abandono e o desinvestimento em equipamentos públicos, foi, mais uma vez, constatado neste fim-de-semana pelo candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Braga. Dando cumprimento ao ‘Tempo de Ouvir’, fase da pré-campanha eleitoral que dedica particular atenção a auscultar as populações e as suas entidades representativas, Hugo Pires esteve em Nogueira, Fraião, Lamaçães e Esporões.


Acompanhado por José António Pinto de Matos, foi no Centro Cultural de Lamaçães, antiga sede da junta de freguesia, que o candidato socialista confirmou mais um equipamento de avultados custos financeiros, “totalmente votado ao abandono, sem qualquer proveito para a população, a entrar em degradação e onde, sintomático, a limpeza exterior foi feita apenas agora”.


Foi igualmente nesta freguesia que a comitiva visitou o designado ‘Ténis Bar’, um centro de convívio propriedade da Junta de Freguesia e habitualmente concessionado a privados, que está “também completamente abandonado, a degradar-se, e sem qualquer proveito para a população, seja como espaço de encontro, mas pelo menos como equipamento desportivo”.


Outro espaço visitado por Hugo Pires e “igualmente votado ao abandono, completamente degradado, que já não se pode utilizar para nada”, é o Campo de Futebol de Fraião, habitualmente utilizado como sede pelo clube ‘Maikes de Fraião’.


Já em Esporões – onde o candidato do PS/Braga à presidência da câmara de Braga foi acompanhado por Sílvia Ribeiro –, um dos primeiros lamentos a chegar à comitiva foi outra situação de “flagrante abandono” de um equipamento público - o campo de futebol - totalmente reassumido pela natureza.


Em 2017, num acordo com a Comissão Fabriqueira da Igreja Católica, a Junta de Freguesia de Esporões preferiu entregar-lhe o edifício onde se integrava o Jardim de Infância e ficar proprietária do campo de futebol. “Hoje, os meninos estão numa sala de aula da Escola Primária; e o campo de futebol não sofreu qualquer intervenção, o que significa que está completamente dominado pelo mato e giestas”, lembram os socialistas locais.


A falta de estruturas de apoio social, designadamente creches e centros de dia, foi outra das constatações que se repetiu, a par de “ruas sem saneamento”.

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