Braga,

LC: Portugal defende sexto lugar do 'ranking' da UEFA com apenas três equipas

Desporto

17 Outubro 2020

Lusa

Portugal já garantiu que terá três equipas, duas com entrada direta, na Liga dos Campeões de futebol de 2021/22, mas já só tem esta época as mesmas três para garantir que o favorável cenário se manterá em 2022/23.

Face às eliminações de Sporting e Rio Ave, apenas FC Porto, na Liga dos Campeões, e Benfica e Sporting de Braga, na Liga Europa, defendem as cores lusas na fase de grupos das provas europeias de 2020/21.
 

Entre os países do ‘top 10’, Portugal é, aliás, o único só com três conjuntos, contra quatro de Rússia, Bélgica, Países Baixos e Áustria, cinco da França, seis da Alemanha e sete de Espanha, Inglaterra e Itália.
 

Ainda assim, as expectativas são boas, já que, nas contas das últimas cinco épocas (desde 2016/17), Portugal soma 40,949 pontos, seguindo com uma confortável vantagem sobre a Rússia, sétima do ‘ranking’, com 36,549. A Bélgica é oitava, com 32,900.
 

O avanço é significativo face aos russos, que, tendo perdido duas equipas (Dinamo Moscovo e Rostov), ainda contam mais uma, mas têm de dividir os pontos conquistados por seis e têm três conjuntos na muito mais exigente ‘Champions’ (Lokomotiv Moscovo, Krasnodar e Zenit) e só uma na Liga Europa (CSKA Moscovo).
 

Quanto às formações lusas, o FC Porto, campeão nacional em título, não é favorito no Grupo C da Liga dos Campeões, face à presença dos ingleses do Manchester City, mas é o principal candidato à conquista do segundo lugar, perante os gregos do Olympiacos e os franceses do Marselha.
 

Quanto à Liga Europa, o Benfica, que ‘caiu’ da Liga dos Campeões ao ser afastado na terceira pré-eliminatória pelos gregos do PAOK Salónica, tem perspetivas de fazer muitos pontos, perante Rangers, Standard Liège e Lech Poznan, no Grupo D.
 

Por seu lado, o Sporting de Braga também é forte candidato ao apuramento no Grupo D, que comparte com os ingleses do Leicester, os gregos do AEK Atenas e os ucranianos do Zorya.
 

Na presente temporada, e após as pré-eliminatórias, a Rússia soma 2,500 pontos, contra 2,000 de Portugal, sendo que precisa de recuperar ainda ‘imensos’ 4,400, para anular a desvantagem que tem para o sexto lugar luso.
 

Em 2020/21, os pontos que as equipas lusas somarem (dois por vitória e um por empate) são divididos por cinco (0,4 por vitória e 0,2 por empate), enquanto os russos têm de dividir os seus por seis (0,333 por triunfo e 0,166 por igualdade).
 

Desta forma, e só para somarem 4,400 pontos – fecharam a época passada com 4,666 -, as formações russas precisariam de somar mais de 13 triunfos e um empate, ou algo similar, como 12 vitórias e três empates ou oito vitórias e 11 empates.
 

Na próxima época, Portugal já sabe que terá duas entradas diretas na ‘Champions’, mais uma na terceira pré-eliminatória, uma na Liga Europa e duas nas pré-eliminatórias da nova competição, a Liga Conferência Europa.
 

Assim, o campeão e o ‘vice’ da I Liga 2020/21 seguem para a fase de grupos da ‘Champions’ e o terceiro para a terceira pré-eliminatória, o vencedor da Taça de Portugal ruma à Liga Europa e o quarto e o quinto vão para a nova prova, entrando na terceira e segunda pré-eliminatórias, respetivamente.

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