Braga, segunda-feira

Leitores com acesso a jornais e revistas de todo o mundo

Diversos

22 Dezembro 2020

Redação

Em dia de aniversário, a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva passa a disponibilizar aos seus utilizadores uma plataforma de leitura de jornais e revistas de todo o mundo. Uma prenda do Município de Braga.

Em dia de celebração do 16.º aniversário, a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS) recebeu como prenda da Câmara Municipal de Braga a plataforma digital ‘pressreader’, que, a partir de agora, possibilita o acesso gratuito a mais de 7600 revistas e jornais de todo o mundo aos seus utilizadores. O presente de Natal antecipado foi dado, ontem, pela vereadora da Cultura e da Educação, Lídia Brás Dias, pretendendo potenciar ainda mais a leitura e aumentar o número de utentes da biblioteca.


O investimento municipal neste projecto ascende aos seis mil euros anuais, mas para a vereadora da Cultura e da Educação do Município de Braga, este “é um investimento” na divulgação da informação e do conhecimento e mais um serviço-público que é prestado aos cidadãos e à comunidade bracarense, que, a partir do respectivo número de utilizador da biblioteca, poderá consultar o banco de jornais e revistas a gigantesco a partir de qualquer lugar do mundo.
 

 Lídia Brás Dias indicou, ainda, que esta plataforma digital, agora disponibilizada através do site da Biblioteca Craveiro da Silva, vai ajudar também a um conjunto de acções que o município vai lançar em 2021 ao nível das literacias “com o objectivo de termos a nossa comunidade mais inclusiva, mais conhecedora e com acesso privilegiado à informação e ao conhecimento em tempo real”.


Quanto ao 16.º aniversário, a vereadora da Cultura e da Educação da Câmara de Braga sublinhou o papel de “biblioteca-charneira” que tem a BLCS no que concerne à agenda cheia de actividades culturais e lúdicas durante a semana e inclusive ao fim-de-semana “que marcam a diferença na oferta cultural da cidade ao longo do ano”.


Indicando que a BLCS é uma referência a muitos níveis, até na sua gestão, que é partilhada com a Universidade do Minho, a autarca mostra o seu “reconhecimento e gratidão” à actividade cultural que a biblioteca dinamiza todos os dias.


“Esta é uma biblioteca absolutamente consolidada na nossa comunidade, que é referência para muitas instituições, para as escolas e para muitos estudantes que fazem deste espaço a sua ‘casa de estudo’, é um lugar de conhecimento e um lugar onde a Cultura entra das mais diversas formas, que não se fechou nos livros e nas estantes apenas, mas que é uma porta aberta às diferentes manifestações de arte que vão acontecendo e este auditório muitas vezes se torna pequeno para tantas actividades que aqui se fazem”.


A directora da BLCS, Aida Alves, traça um “balanço positivo” destes 16 anos de actividade intensa da biblioteca, apontando que têm sido também anos de grandes desafios e de muitas mudanças, abrindo novos caminhos rumo às literacias, indo de encontro aos leitores e aos locais onde eles se encontram, nas escolas, nas juntas de freguesia, igrejas e centros de saúde.


Assumindo o projecto como “uma missão de muita responsabilidade”, Aida Alves assinala as inúmeras vantagens que esta nova plataforma digital tem para os leitores de hoje, até porque muitos dos visitantes diários que a biblioteca recebe são motivados pela leitura da imprensa diária.

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