Braga, quinta-feira

Marafona: O momento é bom e de grande ambição

Desporto

06 Abril 2020

Redação

Marafona jogou no SC Braga de 2016 a 2019, foi decisivo na conquista da Taça de Portugal mas também recordou uma lesão que lhe travou um sonho.

Saiu dos Guerreiros do Minho no final da última temporada para rumar aos turcos do Alanyaspor. A Turquia foi um dos últimos países a proceder à suspensão do campeonato por causa do coronavírus e Marafona deu conta da forma como te m vivido esta quarentena.

“A minha quarentena não começou há muito, porque fizemos mais um jogo e treinámos mais duas semanas. Só estou esta semana em casa. Procuro treinar, ver filmes e estar com a família acima de tudo”, refere o guardião, que vê o futebol português bem mais organizado que o turco.

“Aqui joga-se um futebol mais aberto. Talvez as equipas sejam mais equilibradas. O último pode ganhar na casa do primeiro. O futebol português é superior”.

Estando do outro lado da Europa, Marafona tem mais dificuldades em acompanhar a actualidade do SC Braga, mas procura estar atento dentro das suas possibilidades e, para justificar a boa campanha dos guerreiros, elege o núcleo duro da equipa.

“O SC Braga tem um plantel muito equilibrado e vasto, mas há três ou quatro jogadores. Passa pelo Bruno Viana, o Esgaio, o Paulinho… Passa por eles muito daquilo que é a força da equipa”, referiu, antes de revelar quais os jogadores que mais o marcaram nos arsenalistas.

“Talvez o Rafa. Era um jogador de referência, diferenciado. O mais virtuoso talvez o Josué. Tecnicamente muito bom”.

Em Braga, nem tudo foi um mar de rosas e Marafona recorda o calvário de 2017/18.

“O momento mais difícil foi quando tive a lesão no joelho. Estava no melhor momento da minha carreira. Estava a ser chamado para a selecção e provavelmente iria ser convocado para a Taça das Confederações”, lamentou, revelando o que mais gosta na posição que ocupa.

“O que mais gosto é poder sentir que tenho dez jogadores à minha frente que confiam em mim. É algo motivante. É muito bom sentir isso. Nós que somos a última barreira”, disse, admitindo a hipótese de regressar a Portugal.

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