Braga, quarta-feira

Marcelo diz que são portugueses que 'mais necessitam' razão do seu compromisso

Nacional

09 Março 2021

Lusa

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que são os portugueses e, sobretudo os que mais necessitam, a razão do compromisso solene que assumiu.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que são os portugueses e, sobretudo “os que mais necessitam”, a razão do compromisso solene que assumiu.

“São pois os portugueses todos eles, a única razão de ser do compromisso solene que acabei de assumir, a começar nos que mais necessitam: os sem abrigo, os com teto mas sem habitação condiga, os da minha idade ou mais que vivem em lares ou em sua casa em solidão ou velados por cuidadores formais ou informais”, afirmou o chefe de Estado, no arranque do seu discurso de tomada de posse para um segundo mandato, perante a Assembleia da República.

Marcelo dedicou ainda o início do seu discurso aos “reformados ou pensionistas pobres” aos “desempregados ou em lay off”, aos “trabalhadores e empresários precários” e às crianças, jovens, famílias, professores e não docentes “atropelados em dois anos letivos”, bem como aos profissionais de saúde e os que perderam entes queridos nestes tempos de pandemia.

“Uma pátria são, acima de tudo, as pessoas e nela cada pessoa conta, diversa, diferente, irrepetível”, disse.

O início do seu discurso de hoje foi semelhante ao de há cinco anos, quando o chefe de Estado afirmou: “Portugal é a razão de ser do compromisso solene que acabo de assumir”.

“Aqui nasci, aqui aprendi com meus pais a falar a língua que nos une e une a centenas de milhões por todo o mundo. Aqui eduquei os meus filhos e espero ver crescer os meus netos”, disse, então.

Em 2016, Marcelo reforçava a ideia: “Aqui se criaram e sempre viverão comigo aqueles sentimentos que não sabemos definir, mas que nos ligam a todos os Portugueses. Amor à terra, saudade, doçura no falar, comunhão no vibrar, generosidade na inclusão, crença em milagres de Ourique, heroísmo nos instantes decisivos”.

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