Braga, sábado

Maximinos, Sé e Cividade: Cabazes com alimentos garantem consoada a 30 famílias carenciadas

Regional

16 Dezembro 2020

Redação

Trinta famílias estão a receber cabazes de alimentos numa iniciativa solidária da Legião da Boa Vontade e da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade. Distribuição arrancou ontem no edifício da Junta de Freguesia, na Sé.

Cumprindo aquela que tem sido uma tradição ao longo dos últimos anos, a Legião da Boa Vontade (LBV) e a União de Freguesia de Maximinos, Sé e Cividade estão a entregar cabazes de alimentos a famílias carenciadas.


Desde ontem e até sexta-feira, para evitar aglomerações devido à situação de pandemia, vão ser entregues 30 cabazes de alimentos, oferecidos pela LBV, compostos por produtos como arroz, massa, feijão, enlatados, óleo, azeite e farinha.
 

 Os agregados familiares com crianças, recebem também brinquedos para que o Pai Natal cumpra a sua missão e deixe um presente no sapatinho dos mais pequenos.


A cada cabaz, a Junta de Freguesia liderada por Luís Pedroso junta o bacalhau e s batatas, “para que todos possam ter à mesa uma consoada tradicional”, explicou ao Correio do Minho.


Serão mais de uma centena as pessoas desta União de Freguesias que directamente vão beneficiar deste cabaz, uma ajuda importante numa altura em que aumentam os pedidos de auxílio devido ao impacto da crise causada pela pandemia.

 Luís Pedroso refere que sensivilmente desde Abril, a Junta de Freguesia intensificou o apoio social aos mais carenciados para dar também resposta a novas situações de dificuldades sentidas por famílias afectadas pelo desemprego ou pela redução do horário de trabalho.


Para estas famílias também estão reservados cabazes de Natal que a Junta de Freguesia distribuirá posteriormente.


O autarca refere que tanto estes cabazes oferecidos em parceria com LBV como aqueles que vão ser distribuídos posteriormente pela autarquia “são sempre concedidos tendo em conta a comprovação da situação de necessidade dos agregados familiares. O objectivo é evitar a duplicação da ajuda e garantir que todos os que precisam recebem apoio”.


O autarca alerta, em particular, para graves situações vividas por quem “ia ganhando a vida à margem do sistema”, ou seja, através da chamada economia paralela. Situações de quem vivia dos chamados “biscates”, como pequenas obras, limpezas ou outras ocupações não declaradas, que viram-se privados de rendimento e sem direito a qualquer compensação.
 

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