Braga, sexta-feira

Município de Fafe reabre heliporto a voos civis

Regional

29 Dezembro 2019

Redação

Exercício à Escala Total envolveu ontem dispositivo da Protecção Civil no heliporto municipal de Fafe. Simulacro de acidente grave tem em vista a revalidação da infraestrutura para voos civis.

A Câmara Municipal de Fafe conta ver renovada, nos próximos meses, a certificação do heliporto local para voos civis. Para o efeito, o Serviço Municipal de Proteção Civil do Município de Fafe realizou, ontem de manhã, um Exercício à Escala Total, obrigatório para a validação do plano de emergência daquela infraestrutura e a sua abertura a voos comerciais.
 

O exercício, que envolveu operacionais de todas as entidades que fazem parte do dispositivo de Protecção Civil do concelho de Fafe, teve como objectivo testar a capacidade de reacção a um eventual acidente de descolagem de um helicóptero num cenário com feridos graves e incêndio.
 

A assistir ao simulacro, o presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, adiantou o propósito de reabrir o heliporto, muito utilizado no apoio ao combate de fogos florestais, a voos civis. Para tal “já só falta este exercício que espero possa ter uma avaliação positiva”, afirmou.
 

O Heliporto Municipal de Fafe, localizado no Parque Industrial do Socorro, foi certificado para fins comerciais em 2014. Com a alteração da legislação, o heliporto foi interdito à aviação civil, reabrindo em breve depois de formação específica dada a 24 elementos dos Bombeiros Voluntários de Fafe que assegurarão as medidas de seguranças de descolagens e aterragens das aeronaves.
 

Gilberto Gonçalves, Coordenador Municipal de Protecção Civil, declarou ontem, no final do Exercício à Escala Total, que “não foram detectados problemas graves” que possam comprometer o plano de emergência do heliporto, aguardando-se, por isso, a sua aprovação pela Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC).
 

Caso venha a acontecer, como se espera, o equipamento municipal passará a dar resposta a solicitações que têm chegado à Câmara Municipal para a sua utilização como ponto de aterragem ou descolagem de voos de carácter comercial ou recreativo. Solicitações nesse sentido têm chegado à autarquia, referiu o presidente Raul Cunha.

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