Braga, segunda-feira

Novo CD de Zezé Fernandes faz crítica social a um país porreiro

Diversos

04 Novembro 2019

Redação

É Porreiro este País é o novo trabalho de Zezé Fernandes que conta com vários duetos: Augusto Canário, Carlos Rodrigues, Jorge Nande, Patricia Silva, Zé Amaro e muita crítica social.

‘É porreiro este país’ é o novo trabalho de Zezé Fernandes que conta com vários duetos: Augusto Canário, Carlos Rodrigues, Jorge Nande, Patricia Silva, Zé Amaro e muita crítica social.

Os temas já estão no ouvido de muita gente, mas o CD só vai agora, oficialmente, para a estrada. Temas como o ‘Dia de Piquenique’ com Quim Barreiros ou o ‘Fado é só para os fadistas’ numa crítica ao estado actual da música; ‘Faça Favor’, em estilo de valsa, com Augusto Canário numa crítica ao “uso e abuso de títulos neste país’ ou ‘Ganhar o Euromilhões’ com Zé Amaro são músicas que prometem animar o público e agitar muitas ‘consciências’.

“É porreiro este país aponta algumas coisas que não estão bem em Portugal e a música também tem esse papel social”, contou Zezé Fernandes em entrevista a José Portugal, aos microfones da Rádio Antena Minho.

O músico minhoto contou que “tem dado um cheirinho do novo trabalho e as pessoas têm reagido muito bem às músicas”.

Zezé Fernandes pegou, pela primeira vez, num instrumento quando tinha entre 7 a 8 anos. Hoje toca cavaquinho, bandolim, cavaquinho brasileiro, braguesa, cuatro venezuelano, guitarra clássica, viola baixo, sintetizadores, flauta de bísel, bateria e diversas percussões. Tocou cavaquinho no Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca, bateria no grupo de heavy metal Fieís Defuntos, sintetizadores e percussões no grupo punk rock Atacadores Desapertados, bandolim e braguesa com o artista Luís Portugal (ex-Jáfumega) e percussões no ‘Ó que som tem’ do percussionista Rui Júnior. Desde 1991 que é músico profissional em nome próprio, e conta já com uma carreira com mais de 25 anos e mais de 1000 concertos.

Natural de Ponte da Barca, terra onde vive e continua a fazer da música o seu modo de vida.

Em entrevista, o músico contou ainda que “há vários anos tenho uma forte ligação a Braga, nomeadamente a vários músicos bracarenses com quem já trabalhei”. Uma ligação que se reflecte em algumas músicas como ‘A marcha da Rosinha’ que é dedicada ao S. João de Braga e ‘O meu cavaquinho é de oiro’.

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