Braga, terça-feira

Operafest recebeu cerca de três mil pessoas na primeira edição e regressa em 2021

Diversos

14 Setembro 2020

Lusa

Cerca de três mil pessoas assistiram à primeira edição do Operafest, festival de ópera que decorreu em Lisboa entre 21 de agosto e 11 de setembro, e tem regresso garantido em 2021, anunciou hoje a organização.

No primeiro Operafest, foram apresentadas “oito óperas em estreia absoluta, de oito jovens compositores portugueses, onze espetáculos de ópera ao vivo, cinco sessões de cine-ópera, conferências e debates [...], numa programação que chegou a um universo direto de público e três mil pessoas”, refere a organização num comunicado hoje divulgado.
 

O festival, com direção geral e artística de Catarina Molder e produção da Ópera do Castelo, decorreu no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga e nas Carpintarias de São Lázaro.
 

A programação incluiu a “Maratona Ópera XXI” (30, 31 de agosto e 03 e 04 de setembro), que levou a concurso sete novas óperas.
 

A vencedora do prémio Carlos de Pontes Leça foi a compositora Sara Ross, com a ópera “Margarida”, “com libreto também da sua autoria, que se reveste na encomenda de uma nova ópera de maior fôlego, no valor de 5.000 euros, a apresentar em edições futuras do Operafest”.
 

Sara Ross, natural dos Açoes, estudou na Universidade Teesside, no Reino Unido, e na Escola Superior de Música de Lisboa.
 

O trabalho de Sara Ross “abrange música de câmara, vocal, coral-sinfónica, canção, teatro, dança, ópera”, e a compositora, segundo a informação hoje divulgada, tem colaborado com o Ensemble Juvenil de Setúbal, o Teatro Nacional de São Carlos e os Estúdios Victor Cordón, a Nuova Accademia degli Arrischianti (Itália) e, mais recentemente, com a Companhia Nacional de Bailado.
 

Além disso, Sara Ross faz também parte da direção artística do FIO - Festival Informal de Ópera - em parceria com a Sinfonietta de Braga”.
 

O regresso do Operafest em 2021 está garantido, de novo no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga, de 20 de agosto a 04 de setembro.
 

Na 2.ª edição, o Operafest “irá continuar a conjugar tradição e vanguarda, cujo tema central continuará a exacerbar o elemento trágico da ópera, desta vez com ‘Sangue e lágrimas’, prometendo cruzamentos temáticos e de programação com a programação do Museu e ainda outros parceiros e toda uma programação variada, ao encontro de públicos, gostos e afinidades múltiplas, oportunamente a anunciar”.

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