Braga, sexta-feira

Pandemia confinou a actividade do Agrupamento de Esporões

Regional

20 Dezembro 2020

Redação

Agrupamento de Escuteiros 544 envolve 31 elementos, entre crianças e dirigentes. Este ano, a pandemia impediu a realização das actividades programadas. A esperança volta-se, agora, para 2021.

As promessas, realizadas em Fevereiro deste ano, a par das celebrações do Dia de Baden Powell, foram a primeira e a única actividade do Agrupamento de Escuteiros 544, de Esporões, num ano marcado pelos condicionamentos da pandemia de Covid-19.

A salvaguarda das crianças e jovens foi a prioridade assume o chefe do Agrupamento 544, Sérgio Branco, que dá conta que o retomar das aulas presenciais, em Setembro, acendeu uma luz de esperança, mas a opção foi aguardar o desenvolvimento.

O aumento do número de casos de infecção por SARS COV 2, nomeadamente no concelho de Braga onde o risco se mantém muito elevado, e o novo estado de emergência “suspenderam todos os planos” aponta Sérgio Branco.

Com sede no salão paroquial de Esporões, o Agrupamento 544 não dispõe sequer das condições físicas para cumprir as regras de segurança impostas pelas autoridades de saúde, reconhece o dirigente que chefia a colectividade há cerca de sete anos.

Sérgio Branco conta que foi escuteiro desde criança, na sua terra, em Vila Nova de Famalicão, mas acabou por deixar o escutismo, tendo regressado pela mão da filha quando esta integrou o Agrupamento de Esporões.

Ao todo, de acordo com o último registo, são 31 os elementos que compõem o Agrupamento 544, contando sete lobitos; 13 exploradores (que em Janeiro passam a pioneiros); seis pioneiros; três dirigentes e dois candidatos a dirigentes.

O chefe do Agrupamento espera, no início do próximo ano, integrar ou um dois caminheiros.

A pandemia impediu a realização das várias actividades que costumam marcar o calendário anual do Agrupamento. Todos os anos, os escuteiros de Esporões integram o contingente que realizao peditório a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro, bem como acções a favor da Cáritas Diocesana de Braga.

“Este ano, estas actividades não se realizaram” lamenta Sérgio Branco que aguarda o arranque do novo ano para convocar uma reunião de pais e saber com quantos elementos contará em 2021. O objectivo, se o contexto de pandemia o permitir, é (re)iniciar com actividades no exterior e só na freguesia, mas tudo vai depender do contexto.

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