Braga, sexta-feira

Pandemia já matou pelo menos 2,63 milhões de pessoas em todo o mundo

Internacional

12 Março 2021

Lusa

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 2.630.768 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência France-Presse.

Mais de 118.527.720 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 11:00 TMG (mesma hora em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais, sabendo-se que alguns países só testam os casos graves e outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de capacidades limitadas de testagem.
 

Na quinta-feira, registaram-se 9.862 mortes e 479.258 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.
 

Os países que registaram mais mortes nesse dia foram o Brasil (2.233), Estados Unidos (1.557) e México (654).
 

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 530.821 mortes e 29.286.142 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins.
 

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 272.889 mortes e 11.277.717 casos, o México com 193.142 mortes (2.151.028 casos), a Índia com 158.306 mortes (11.308.846 casos) e o Reino Unido com 125.168 mortos (4.241.667 casos).
 

Entre os países mais atingidos, a República Checa é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 214 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Bélgica (193), Eslovénia (191), Reino Unido (184) e Montenegro (177).
 

Em termos de regiões do mundo, a Europa totalizou 889.491 mortes para 39.427.638 casos, América Latina e Caribe 710.971 mortes (22.491.564 casos), Estados Unidos e Canadá 553.156 mortes (30.184.807 casos), Ásia 261.722 mortes (16.525.363 casos), Médio Oriente 107.463 mortes (5.858.394 casos), África 107.007 mortes (4.006.896 casos) e Oceânia 958 mortes (33.066 casos).
 

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
 

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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