Braga, sexta-feira

Paredes de Coura reforça exportações

Regional

02 Julho 2021

Redação

Câmara Municipal de Paredes de Coura avalia a nova fábrica de vacinas como o investimento mais estratégico para o Alto Minho até ao momento. Autarquia projeta entrada no grupo dos municípios mais exportadores.

A nova ligação à auto-estrada A3, orçada em 9,5 milhões de euros, e a expansão da zona industrial de Formariz, no valor de 1, 8 milhão de euros, permitirão a fixação de novas empresas que colocarão Paredes de Coura no grupo dos concelhos mais exportadores do norte do país, projectou o presidente da Câmara Municipal, Vítor Paulo Pereira, na apresentação do relatório de prestação de contas de 2020, que traduz numa taxa de execução da receita de 89%.


O autarca recorda que Paredes de Coura garantiu “talvez o investimento mais importante e mais estratégico que o Alto Minho conseguiu até ao momento”, referindo-se a uma nova fábrica de vacinas e a outros projectos na mesma área, que “abrirão as portas a um sector que pode gerar a curto prazo outros investimentos e criar centenas de postos de trabalho”.


Segundo o presidente da Câmara Municipal, “se se considerar que cada posto de trabalho nesta área de produção de vacinas cria quatro postos de trabalho indirectos, já podemos ter uma noção deste investimento que pode chegar nos próximos anos aos 80 milhões de euros”.


No momento de prestação de contas da autarquia no ano passado, Vítor Paulo Pereira destaca que Paredes de Coura “é o primeiro concelho do país a ter cobertura total de fibra óptica”, um investimento visto também como estratégico, “porque acaba por reforçar a centralidade e a competitividade do território”.


A eficiência energética é apontada como outro dos objectivos da gestão autárquica, traduzido no último ano num investimento de 1, 5 milhões de euros em tecnologia ‘led’, que substituirá seis mil luminárias de iluminação pública.


O presidente da Câmara Municipal revelou que está para breve a chegada do gás natural a Paredes de Coura.


“No final de 2021 o gás natural chegará às nossas zonas industriais, bem como às primeiras casas em meados do ano seguinte”, adiantou.

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