Braga, quinta-feira

PM avisa que reabertura será revista se índice de transmissibilidade ultrapassar 1

Nacional

11 Março 2021

Lusa

O primeiro-ministro avisou hoje que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapassar os 120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias ou sempre que o índice de transmissibilidade ultrapasse o 1.

O primeiro-ministro avisou hoje que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapassar os “120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias” ou sempre que o índice de transmissibilidade ultrapasse o 1.

No final do Conselho de Ministros que esteve desde hoje de manhã reunido para aprovar um plano do Governo de desconfinamento do país devido à pandemia de covid-19, António Costa salientou que este processo de reabertura será “gradual e está sujeito sempre a uma reavaliação quinzenal de acordo com a avaliação de risco” adotada.

“Essa avaliação de risco tem por base dois critérios fundamentais consensualizados entre os diferentes especialistas: por um lado, o número de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias e, por por outro lado, a taxa de transmissibilidade, medida através do famoso Rt”.

Assim, o chefe do executivo avisou que as medidas terão que ser revistas sempre que Portugal ultrapassar “o número de 120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias ou sempre que o nível de transmissibilidade ultrapasse o 1”.

Uma avaliação do risco que considerou ser "bastante exigente" relativamente aquela que foi adotada no passado.

Questionado pelos jornalistas se face ao baixo índice de contágio que o país vive admite acelerar o desconfinamento, António Costa respondeu negativamente.

"Nós não iremos acelerar relativamente a este calendário", declarou.

Referindo-se a um quadro de cores, o primeiro-ministro disse que se o país se mantiver no verde, significa "conforto" relativamente ao calendário definido, se passar para o amarelo quer dizer que tem que se "paralisar essa evolução".

"Se chegarmos à zona vermelha, significa que temos mesmo que voltar para trás (...). Se chegarmos à zona vermelha temos mesmo que regredir de forma a assegurar a saúde pública", alertou, inistindo na necessidade de controlar o número de novos casos e de se manter o risco de transmissibilidade abaixo de 1.

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