Braga, quarta-feira

Prado celebra 60 anos de escutismo activo

Regional

05 Janeiro 2020

Redação

Agrupamento de Escutas XVI está a celebrar 60 anos de actividade(s). Ontem foi inaugurada uma exposição que mostra o percurso do escutismo na vila de Prado. Agrupamento integra cerca de meia centena de crianças e jovens de várias idades.

O Agrupamento de Escutas XVI, de Prado, em Vila Verde, está a celebrar 60 anos recordando “muitos e bons momentos da vida escutista” como descreveu o chefe do Agrupamento, Francisco Alves, na inauguração da exposição comemorativa que está patente na Biblioteca Comendador Sousa Lima.

“Apesar da idade, o Agrupamento XVI não está velho, pelo contrário, está muito activo, com novas energias e outras maneiras de lidar com os desafios” assegurou o chefe do Núcleo de Vila Verde, António Lemos.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, associou-se à inauguração da exposição que perpetua com documentos e fotografias os 60 anos de escutismo na vila de Prado.

António Vilela assinalou que “este Agrupamento tem uma história de 60 anos de presença e de feitos importantíssimos”.

O edil vilaverdense fez questão de evocar “todos os que, ao longo de 60 anos, fizeram parte deste grande Agrupamento de escutas do país”, agradecendo-lhes “por tudo o que fizeram”.

Para António Vilela, “é bom que se recorde a história das instituições”, recordando, não só os fundadores e os dirigentes, mas todos os que participaram nas actividades ao longo dos anos. “Todos foram importantes” realçou.

O autarca de Vila Verde enalteceu ainda o “princípio básico do escutismo” que passa por incutir valores que as crianças e jovens sejam adultos capazes reconhecendo que esta missão é “ainda mais importante nos dias de hoje” em que a sociedade se debate com uma crise de valores.

O edil vilaverdense destaca os valores de formação pessoal, mas também os de preservação do património e da natureza, lembrando o trabalhos dos escuteiros em prol da protecção da natureza, um desafio cada vez maior. António Vilela apelou aos escuteiros para que continuem a lutar pela sua terra e pelo bem-estar das gerações vindouras.

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