Braga, sexta-feira

Presidente da CM de Ponte da Barca protesta junto à fronteira da Madalena (Lindoso), amanhã às 13 horas

Regional

13 Fevereiro 2021

Redação

No seguimento do anúncio por parte do Governo da reabertura das Fronteiras de Melgaço e Montalegre, o Presidente da C.M.de Ponte da Barca, Augusto Marinho,  considera uma enorme injustiça que o Governo mantenha o encerramento da fronteira da Madalena.

No seguimento do anúncio por parte do Governo da reabertura das Fronteiras de Melgaço e Montalegre, o Presidente da C.M.de Ponte da Barca, Augusto Marinho,  considera uma enorme injustiça que o Governo mantenha o encerramento da fronteira da Madalena.

A Fronteira da Madalena, em Ponte da Barca, é uma das mais movimentadas fronteiras do Noroeste Peninsular e que proporciona a ligação mais direta a Ourense. Trata-se da principal via de ligação a Madrid e França.

O encerramento desta fronteira obriga a que trabalhadores e empresas tenham prejuízos acumulados, obrigando no caso dos primeiros que as deslocações de 30 kms passem para cerca de 250 km para exercer as suas atividades laborais, para além do facto de terem que seguir por vias com portagens.

Passaram, também,  a existir novamente passagens clandestinas e carrreiros de contrabandistas como na época do contrabando, colocando em risco a vida de portugueses que atravessam linhas de água tendo já havido inclusivamente um acidente em que um cidadão caiu a um ribeiro.

Consciente do risco e da injustiça que representa  a manutenção do encerramento total desta passagem o Presidente da C.M. de Ponte da Barca irá, amanhã, domingo,  às 13h, retirar o material que o município lá colocou  aquando do fecho da fronteira e pedir a intervenção do Senhor Presidente da Republica para que tome uma posição sobre este tema, pois segundo Augusto Marinho, a decisão do Governo em relação à reabertura daquelas duas fronteiras, é de cariz política.

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