Braga, quinta-feira

Timor-Leste regista 58 casos de covid-19 em 24 horas, maior número num dia

Internacional

26 Março 2021

Lusa

Timor-Leste registou nas últimas 24 horas um total de 58 novos casos da covid-19, o maior número diário de sempre, e 17 recuperações, elevando para 457 o total de casos acumulados, dos quais 298 ativos, informaram hoje as autoridades.

O coordenador da equipa para a Prevenção e Mitigação da covid-19 da Sala de Situação do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC), Rui Araújo, explicou aos jornalistas que 54 casos se registaram na capital e quatro outros na segunda cidade do país, Baucau.
 

Entre os casos positivos na capital – o maior número de sempre em 24 horas - há oito detetados em quarentena, nomeadamente um profissional de saúde e sete pessoas que viajaram recentemente para o país a partir de Portugal, da Itália e das Filipinas.
 

Entre os maiores focos destacam-se 11 novos casos na aldeia Metin 1 (Bebonuk), sete na aldeia 30 de Agosto (Comoro) e outros tantos na aldeia Maucocomate (Becora), seis na aldeia Rosario (Madohi) e quatro na aldeia Mura (Santa Cruz).
 

Ainda em Díli registaram-se casos positivos nas aldeias de Funu Hotu (Culuhun), em vigilância; Aimutin (Comoro), detetado no Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV); Betó Oeste (Madohi); na aldeia 05 (Fatuhada) e em Toko Baru 2.
 

Houve ainda casos na aldeia Bidaun Manumata (Bidau Santana), na aldeia Fomentu 2 (Comoro), na aldeia 02 (Fatuhada) e na aldeia Lemkari (Manleuana)
 

A capital timorense tem agora 49 focos ativos da doença, dos quais seis considerados zonas vermelhas, com elevado índice de transmissão, e 21 sem qualquer caso há uma semana.
 

Desde 07 de março foram detetados em Díli um total de 292 casos.
 

Em Baucau registaram-se quatro novos casos nas últimas 24 horas, com sete focos atualmente na região.
 

Nas últimas 24 horas, o Laboratório Nacional realizou 886 testes, explicou Rui Araújo.
 

Questionado sobre o aumento de casos, o coordenador disse que se deve a uma conjugação do aumento de testes e da propagação que continua a ocorrer.
 

“Creio que se deve a uma conjugação de ambos os fatores, da capacidade de fazer mais testes e de maior rastreio de contactos, e também de contínua propagação que temos a acontecer”, frisou.
 

“Felizmente ainda se consegue detetar as fontes e ligações entre os positivos e os focos existentes”, considerou.

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