Braga,

Vilaça e Fradelos já investiu perto de 4 mil euros em incentivos à natalidade

Regional

18 Agosto 2020

Redação

Junta já entregou até ao presente mês de Agosto 28 cheques-nascimento. Uma medida que está no terreno desde 2018 e que constitui um pequeno mimo para fazer face às despesas ou para dar início a uma poupança.

Desde 2018 que a União de Freguesias de Vilaça e Fradelos atribui cheques-nascimento aos casais residentes aquando o nascimento dos seus filhos.


Durante os três anos a autarquia local já investiu 3 750 euros. Em 2018, ano em que nasceram nove bebés, o valor do cheque-nascimento era de 100 euros, passando nos anos seguintes para 150 euros.
 

Em 2019, a junta da União de freguesias de Vila e Fradelos atribuiu 1800 euros em 12 cheques-nascimento e, em 2020, já foram investidos 1050 euros na mesma medida.


Paulo Ferreira, autarca de Vilaça e Fradelos, reconhece que este é “um pequeno incentivo, quase simbólico” à natalidade e que apesar do montante não ser elevado, pretende constituir um pequeno “mimo e ajuda” aos progenitores que podem aplicar o valor para fazer face às despesas com as filhos ou até servir como incentivo à poupança.
 

Com o cheque-nascimento são entregues também pequenos cabazes com produtos de puericultura.


“Esta iniciativa permite-nos ter também uma noção das crianças que vão nascendo. Quando chegarem à idade do pré-escolar temos conhecimento das crianças com que podemos contar para esse nível de ensino”, diz ainda Paulo Ferreira.


Este ano, por causa da pandemia, a entrega dos cheques-nacimento acabou por ser adiada. No entanto, só neste mês de Agosto já foram entregues dois cheques.


A medida, segundo o edil local, é para continuar.


Paulo Ferreira revela que nas freguesias de pequena densidade populacional como é o caso, todos aos incentivos ao nascimento de crianças e fixação de jovens são bem-vindas.


Com menos de uma centena de habitantes cada, Vilaça e Fradelos tem, segundo o responsável, conseguido atrair e fixar residentes, sobretudo jovens, que são o garante da continuidade das freguesias.
 

“Em Fradelos temos uma população mais jovem do que em Vilaça. Mas, nas duas freguesias temos assistido, felizmente, ao nascimento de bastantes crianças”, garante o autarca, acrescentando que a grandes dificuldades com que os autarcas se deparam é a criação de condições para fixar os jovens, nomeadamente habitações. “Não há habitações, nem para aluguer.?A procura é muita para a oferta disponível”, remata o autarca.

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